quinta-feira, agosto 13, 2026

O HINO DE UBAJARA, com autógrafo do autor

 



Autógrafo  concedido  pelo  autor  JOSÉ  MARIA  FERNANDES,  O  Zé  MARIA  MARCOLINO,  em  setembro  de  2025,  lá  no  Hotel  Fazenda  Engenho  Velho.

O CARPINTEIRO da BIBLIA: SÃO JOSÉ

 Padroeiro  de  Ubajara,  com  pintura de  ANTONIO  RIBEIRO  NETO.



FOTO  COLHIDA  na  revista  ABC  de  Ubajara,  publicação  produzida  por  alunos  e  professores  da  Rede  Pública  Municipal,  na  administração  de  José  Romano  do  Nascimento,  em  QUASE  autopromoção  do  Gestor.  sobre  AUTOPROMOÇÃO,  o  então  Prefeito  Municipal,  numa  página (17)  de  6  fotos,  aparece  em  CINCO.

sexta-feira, agosto 07, 2026

De VIDAS SECAS...MEMÓRIAS DO CÁRCERE...

 





"Vidas Secas" é um retrato magistral das condições humanas diante das adversidades, explorando temas universais como a busca por um lar, a esperança em meio à desolação e a resistência humana perante a natureza implacável. A linguagem precisa e a intensidade emocional conferem à obra um status atemporal, tornando-a uma leitura fundamental para quem deseja compreender as complexidades sociais e humanas do Brasil rural do século XX.  





Tenho  a  coleção  completa  das  obras  de  Graciliano  Ramos,  inclusive  um  volume  com  AS  CARTAS


Esta  é  a  minha.  Na  estante  www.estantevirtual.com.br  ela  está  lançada  à  venda  por  R$ 302,00.

VENDO  A  MINHA  POR  R$ 250,00.

 Saiba  que

O livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos, foi publicado em formato de livro mais de 140 vezes desde o seu lançamento original em março de 1938. Antes de formar o romance completo, vários de seus capítulos haviam saído separadamente em jornais e revistas,  conforme  o  Google.


SE  CABE  INDICAÇÃO  DE  LEITURA,

VALE  ESTA


Alguns  críticos  afirmam  que  VIDAS  SECAS  é  a  grande  obra  de  Graciliano  Ramos.  Não  sou  crítico,  mas  também  considero  VIDAS  SECAS  como  a  obra  prima  de  mestre  Graça.  Mas  MEMÓRIAS  DO  CÁRCERE  também  pode  ser  considerada   uma  OBRA  PRIMA  do  autor  Mestre  Graça.

Encontrado  onde?  Na  www.estantevirtual.com.br  ou  no  www.sebodomessias.com.br    




quarta-feira, agosto 05, 2026

REPRISE, para não esquecer!!! JESUS NO HORTO

 



ANTONIO  RIBEIRO  NETO  "anda"  pelas  ruas  de  Ubajara,  tão  grande  era  o  seu  amor  por  esta  terra  UBAJARA.  Boa  parte  de  sua  existência,  crareusense,  residiu,  VIVEU,  em  Ubajara  e  aqui  absorveu  o  espirito  ubajarense.  Brigava  pelas  coisas  da  terra  que  o  acolheu.  

Recebeu  título  de  CIDADÃO  UBAJARENSE  pelos  serviços  prestados  em  beneficio  da  população  do  município  de  Ubajara.

A  OBRA

A  pintura  na  abóbada  da  Igreja  Matriz  de  sâo  José  de  Ubajara  é de  autoria  de  Antonio  Ribeiro  Neto.  


quarta-feira, julho 29, 2026

AS SECAS e o MUNICÍPIO DE UBAJARA: SECA DE 32

 Por  Messias  Costa


O  primeiro  registro  sobre  a  ocorrência  da  seca  foi  referente  aos  anos  de  1499-1500.  Naquele  tempo  nem  nome   o  território  tinha.  Daí  em  diante,  são  inúmeras  as  anotações.  Em  1605 – 1606,  quando  Pero  Coelho  de  Sousa  esteve  no  Ceará  e  na  Ibiapaba,  foi  tempo  de  seca  e,  claro,  de  sofrimento  para  pessoas  e  animais.  E  imaginemos  os  efeitos  da  calamidade:  fome,  sede,  doenças,  mortes,  muitas  mortes.

         Agora  imaginemos  quando  a  seca  acontece  num  período  de  dois  anos.  Esta  condição  ocorreu  por  várias  oportunidades.  Assim  o  foi  em  1614  e  1615.  E  outras  sequencias  cronológicas  de  fenômenos  climáticos  rigorosíssimos:  1692-1693, 1736-1737, 1777-1778,  1816-1817, 1819-1920.  As  secas  de  1833-1834,  empurraram  algumas  famílias  para  a  região  da  Ibiapaba.  Imaginemos  o  panorama   de  uma  seca  de  um  ano.  E  quando  a  seca  passava  de  um  ano  para  o  seguinte.  O  drama  das famílias  que  perdiam  os  seus  membros  queridos,  todos  os  dias,  vendo  eles  morrerem  à  míngua,  sofrendo  a  dor  da  fome.

        Em  1836,  chegaram  ao  território  do  atual  município  de  Ubajara,  as  famílias  de ”Manuel  Luiz  Pereira  localizou -  se  no  lugar  Pavuna,  em  1836;  Cosme  Fernandes  do  Rego,  no  sítio  Pau – Pitanga,  em  1839; os  irmãos  Manuel  Soares  e  Silva  e  Francisco  Soares  e  Silva,(...)  em  1840,  estabeleceram – se  o  primeiro  no  sítio  do  Meio  e  o  segundo  no  sítio  Buriti”,  conforme  os  apontamentos  para  a  história  de  Ubajara, de  Hemetério  Pereira,  para  a  Revista  do  Cinquentenário  de  Ubajara.   

       Em  1915,  outra  seca  muito  rigorosa  atingiu  o  estado  do  Ceará.  E  novamente,  muita  sede,  fome,  doenças  e,  muitas  mortes.  Uma  leva  de  esqueletos  humanos  vagueavam  pelas  estradas  do  sertão  e  das  serras  a  pedirem  um  copo  dágua,    um  pedaço  de  pão  e  uma  sombra  para  proteção  contra  o  sol  escaldante.  A  seca  do  quinze  foi  o  mote  para  Raquel  de  Queiroz  escrever  o  QUINZE,  romance  realista  que  mostra  as  agruras  da  seca  terrível. Na  crise  climática  de  1915,  o  governo  do  estado  do   Ceará  promoveu  a  criação  de  campos  de  concentração  de  flagelados  no  interior.        

        Mas   agora    estamos  em  1932.  E  não  foi  diferente  de  outras  épocas  de  estiagem  rigorosa.  Neste  período,  o  governo  do  estado  do  Ceará  criou  campos  de  concentração  com  o  objetivo  de  evitar  que  os  sertanejos  flagelados  chegassem  até  a  capital  Fortaleza.  Os  campos  de  Ipu,  Senador  Pompeu,  Quixeramobim,  Carius  e  Buriti  deram  acomodação  para  72  mil  retirantes;  Em  dois  campos  de  concentração,  em  Fortaleza,  foram  retirados  1.800  seres  esquálidos,  quase  esqueletos  vivos.  Os  campos  eram  os  de  Alagadiço  e  dos  Urubus,  sendo  bastante  sugestivo  o  nome  do  campo: urubus!

EM  UBAJARA  à  época.

Era  prefeito  interventor  do  município  de  Ubajara,  em  1932,  o  segundo  Tenente  RAMIRO  ANTONIO  DE  SOUSA  que,  devido  à  grande  seca,  no  seu  auge,   para  garantir  a  alimentação  para  as  famílias  ubajarenses,  decretou  que  nenhum  item  alimentício,  feijão,  farinha,  milho,  arroz,   produzido  no  município  fosse  vendido  para  fora  dele.

E  este  o  teor  do 

Decreto  n  23  de  20  de  junho  de  1932

 

Regula  a  saída  dos  gêneros   de  primeira  necessidade  produzidos  no  município  de  Ubajara  ou  armazenados  no  mesmo.

 

O  prefeito  municipal  de  Ubajara, 2º. Tte.  Do  Exército,  Ramiro  Antonio  de  Sousa,  no  uso  de  suas  atribuições  legais,  e

 

Considerando  que,  enquanto  se  fizerem  sentir  os  efeitos  da  grande  crise  climatérica  que  ora  assola  o  Estado,  é  de  máxima  importância  para  este  município,  a   regularização  da  saída  de  seus  principais  gêneros  de  produção;

 Art. 1º. -  Fica  expressamente  proibida  a  saída,  para  fora  deste  município,  enquanto  durarem  os  efeitos da  atual  crise  climatérica,  de  qualquer  quantidade  de  feijão,  farinha,  milho,  arroz  ou  outro  qualquer  gênero  de  primeira  necessidade,  produzido  ou  armazenado  no  mesmo;

 Art. 2º. -  Todo  e  qualquer  gênero,  porém,  poderá  ser  exportado  desde  que  seu  comprador  ou  vendedor  requeira  a  esta  Prefeitura  e  obtendo  da  mesma  a  respectiva  licença  para  tal;

 Art. 3º. -  Revogam – se  as  disposições  em  contrário.

 

Paço  Municipal  de  Ubajara,  20  de  julho  de  1932

 

Ramiro  Antonio  de  Sousa.  aa

2º. Tte – Prefeito  Municipal

 Dos  livros  antigos  da  Câmara  Municipal  de  Ubajara.

                                                                                                            Mecosta  julho 2026


terça-feira, julho 28, 2026

foto FRANCISCO DA COSTA PINTO

 O  padre  FRANCISCO  PINTO.  1552 -1608



Francisco  da  Costa  Pinto,  o  padre  FRANCISCO  PINTO,  foi  nascido  em  Angra  do  Heroismo,  em  Portugal  em  1552,  vindo  a  falecer  em  11  de  Janeiro  de  1608,  na  Ibiapaba.  A  enciclopédia  WIKIPÉDIA  registra  o  falecimento  do  padre  Francisco  Pinto  como  tendo  acontecido  em  são  Miguel  do  Tapuio,  no  estado  do  Piaui.  Mas  esta  anotação  é  controversa.  Padre  Francisco  Pinto  era  muito  intendedor  das  línguas  indígenas  e  foi e scolhido,  juntamente  com  Luiz  Figueira,  para  a  missão  do  Maranhão.  Nesta  jornada  foi  morto  pelos  indios  em  emboscada  da  qual escapou  Luiz  Figueira.






        A  CONTROVÉRSIA   sobre  o   local  da  morte  de  padre  Francisco Pinto,  que  a  wikipédia  estebelece  como  sendo  são  Miguel  do  Tapuio  é  informação  equivocada,  visto  que  os  padres  sairam  da  Ibiapaba  e  quero  crer  que  a  jornada  corria  por  alguma  ladeira  de  acesso  do  atual  município  de  são  Benedito,  onde  estava  localizada  a  aldeia  indígena,  com  o  Piauí,  na  missão  do  Maranhão.  São  Miguel  está  no  Piauí,  não  muito  longe  de  Crateús.  Fora  de  contexto,  fora  de  rota,  portanto.  
        Vale  ressaltar  que,  como  afirma  Luis  Figueira,  passado  algum  tempo,  ele  voltou  ao  local  do  morticínio  do  padre  Francisco  Pinto,  trazendo  o  corpo  para  a  Ibiapaba,  onde  o  enterrou.  Há  um  mapa  no  livro  de  Luciana  Silveira  de  Aragão  e  Frota  -  A  Ibiapaba  do  século  XVII,  onde  é  desenhada  a  rota  dos  padres  para  realizar  a  Missão  do  Maranhão.


BANCO DE BIOGRAFIAS

O HINO DE UBAJARA, com autógrafo do autor

  Autógrafo  concedido  pelo  autor  JOSÉ  MARIA  FERNANDES,  O  Zé  MARIA  MARCOLINO,  em  setembro  de  2025,  lá  no  Hotel  Fazenda  Eng...