Obra de ANTONIO RIBEIRO NETO!!!
sexta-feira, outubro 09, 2026
para os MAGALHÃES FERNANDES O CASAL foto registro
JACÓ FERNANDES MAGALHÃES era casado com FREDERICA MUNIZ, que se tornou FREDERICA MUNIZ FERNANDES.
Jacó Fernandes Magalhães era nascido em 11 de agosto de 1905. Seu falecimento ocorreu em 4 de agosto de 1999. Ja Frederica Muniz nasceu 25 de dezembro de 1913 e faleceu em 3 de novembro de 1999. Jacó era tio do sr. Magalhães, servidor da Prefeitura de Ubajara, em anos anteriores.
ASSIS DE FREITAS Delegado registro breve
Assis de Freitas ou RAIMUNDO SOARES LIMA foi delegado de Ubajara em tempos passados.
Ele nasceu em 10 de dezembro de 1912 e faleceu em 21 de fevereiro de 2003
quarta-feira, setembro 30, 2026
de PEDRO FERREIRA de Assis UBAJARA
UBAJARA
PEDRO FERREIRA
ÉS do Ceará
já
tão decantada,
Ó gleba encantadora de
Ubajara!
És uma
flor albente e
perfumada
Entre as
flores da terra Tabajara.
Tens chão
feraz e leda
passarada,
Palmar verde
e arroio de água boa
e clara,
Tens uma
gruta ingente e
renomada,
Do Brasil
a única em
beleza rara.
Terra bela,
florente e admirável;
De povo
ativo e clima
mui saldável.
Ah! Do encanto
de que esta
gleba encerra.
O povo
teu - com bem
razão - se gaba,
Salve filha
gentil da Ibiapaba!
Salve Ubajara,
linda flor da
serra!
Revista do Cinquentenário, página 38
MeCosta
de ARATICUM, LADEIRA, MINAS DE PRATA, UBAJARA
A
LADEIRA DE UBAJARA
E
A GRUTA
DATAS E
DE FATOS
Datam
de 1700, as
referências às minas
de Ubajara. Diz
Sadoc de Araújo,
à página 29 do
seu Estudos Ibiapabanos: “ corria o
boato de que
havia tanta prata
na ladeira da
Ubajara que os
índios a derretiam
como caieiras deitando
lenha em cima”.
Em 1739, a
Coroa concede a
provisão régia a
Antonio Gonçalves de
Araújo para explorar
minérios na sesmaria
que havia sido
concedida, em 1730,
a Manuel Francisco
dos Santos Soledade,
em Araticum. Voltando
um pouco atras
no tempo, em
1590, já circulavam
na Ibiapaba os
franceses que, com
amizade com os
indígenas, exploravam as
terras da Ibiapaba.
Defende Sadoc de
Araújo, na mesma
obra, que “a
história do Ceará
começou na Ibiapaba”,
mas que, sem
estudos e análises
profundas, por carência
de documentos e de interesse,
alguns perdidos em
Portugal, na França
e na Holanda.
A
GRUTA. A
existência da gruta
remonta a milhares
de anos, quando
a água secou
todo o sertão.
À medida que
todas as águas
evaporaram ou foram
para o mar,
as rochas da
gruta e a
própria surgiram na
superfície. As estalagmites
e estalactites foram se
formando ao longo de centenas
de anos por
pequenas gotículas de
água que agregam
resquícios calcáreos, agua
esta oriunda de
pequenos veios que
circulam nas entranhas
das pedras, concluindo
as obras naturais
que constituem as
SALAS do cavalo,
da rosa, das
cortinas, dos retratos,
dos índios, do
tuxaua, do mocozal,
do funil, das
bacias, conforme
as descrições de
Caio Lóssio Botelho
e Manuel Miranda,
em visita no
ano de 1961
e de Ubajtuba
de Miranda, que
cita ainda as
SALAS das maravilhas
e do oratório.
Durante a estadia
de Manuel Miranda
à gruta, acima
mencionada, ele concluiu: “
As mil nuanças (
nuances ) da gruta são um
verdadeiro e deslumbrante
atestado da magnificência
e prodigalidade do trabalho
mágico dos agentes
geológicos”.
MAS
O FATO ao
qual quero me referir é
quanto a IDADE
da LADEIRA DE
UBAJARA. Esta não
é tão velha,
pois é de
se supor que
é daí de
1700, pois veja bem, naquele
período, por conta
da narrativa da
existência de prata
na região, passou
a acontecer mais
acessos ao local
com pessoas interessadas
em descobrir a
tal prata. Os
principais interessados foram
Manuel Francisco dos
Santos Soledade, que
obteve sesmaria em
Araticum, em 1730 e
Antonio Gonçalves de
Araújo, idem, em
1738. Havia
trânsito de indígenas
e de brancos,
ambos com os
mesmos interesses. Vale
lembrar que, conforme
anotam alguns
pesquisadores, em determinadas
eras, também em
consequencia dos trabalhos
nas minas, um
povoado foi sendo
construído na “boca
da ladeira”, em
expressão da época, para
abrigar os trabalhadores
da mina de
Araticum. O povoado,
de casas simples
estava localizado, como
disse, nas
proximidades do início da descida para
o sertão da “Remela”. Situando
melhor: um caminho
seguia para o
riacho que forma
a cachoeira do
Cafundó; o outro
seguia para o
começo da ladeira.
Lembro que, do
lado direito da
entrada para a
ladeira, havia uma cruz de
madeira fincada, considerando
que este sinal
seria em referência
ao padre Francisco
Pinto, caso a
ser revisado em
nota a ser
concluída em breve.
Para
não deixar possibilidade
de interpretação sobre
a palavra REMELA. O
termo foi, por
muito tempo, utilizado
para se referir
ao distrito de
Araticum. Quem vinha
do Araticum, vinha
da REMELA. Os habitantes
de Araticum, quando
vinham para a sede do município de
Ubajara, eram obrigados
a saírem “com o escuro”,
ou seja, muito
cedo e, muitas
vezes, nem ao
menos lavavam os
olhos, criando a remela, que
é uma Mistura de muco, óleos, células da pele
e lágrimas que se acumulam quando você dorme e para de piscar. ( IA do Google
).
Vale
ressaltar que este povoado
foi conhecido dos
que se dirigiam
às minas como
Ubajara e foi
abandonado ai por
volta de 1750,
quando os trabalhos
da mineração acabaram,
conforme anotações de
outras fontes. A pequena vila,
ruindo vagarosamente, foi
completamente tomada pela
vegetação do parque
nacional.
Ao
correr dos anos,
a ladeira do Araticum foi sendo melhorada,
sendo calçamentada em
pontos de maior
dificuldade de trânsito
de pessoas e animais, visto
que a via
servia de acesso
aos moradores do sertão para
o transporte de
cargas em tropas
de jumentos
e burros para
abastecer o mercado
da sede do
Município e de
pacientes “em redes”
para tratamento na cidade
em tempos não
distantes. No período
em que a via era
de livre trânsito,
fui ao sertão
por inúmeras vezes
por ela e
ainda vi ruinas
do povoado e
a cruz acima
citada. Não há recordação de
ter foto, oportuna
neste caso. Naqueles
tempos não tinha
uma câmera. Com
uma câmera na
mão, tentei ir à “boca
da ladeira para
fazer umas fotos
do local. O
vigilante do portão
de acesso não
deixou. Falou que em teria
que ir pedir
permissão ao diretor
do parque.
Atualmente,
a ladeira está
sob mando do ICMbio por
estar situada no
interior do parque
nacional de Ubajara, e serve ainda
de via de
transporte de alguns
moradores da região
de Araticum e
de trilha para
amantes dos esportes
ligados à Natureza
e aos turistas
que visam apreciar
as belas paisagens
naturais da região.
Mecosta
2026
terça-feira, setembro 29, 2026
ARACNÍDEO ENCONTRADO EM 1961 durante expedição
NA GRUTA DE UBAJARA em notas do professor CAIO LÓSSIO BOTELHO
O termo "Trichodamon ubajarense" não corresponde a uma espécie catalogada pela ciência. É provável que se trate de uma confusão ou de uma associação informal entre o gênero de aracnídeos Trichodamon (encontrado na região do Nordeste) e o município de Ubajara, no Ceará, conhecido por suas cavernas e rica biodiversidade de amblípigos (escorpiões-vínculo ou aranhas-chicote) IA do GOOGLE
A CLASSIFICAÇÃO GEOLÓGICA DO ESPÉCIME ( à epoca ) foi a seguinte:
classe: ARACNÍDEO
Subclasser: ADELOCTENO
Seção: ORTOPNEUMONE
Ordem: PEDIPALMO
Subordem: AMBIPLIGO
Espécie: TRICHODAMON UBAJARENSIS - JD ( de JULIAN ? ).
revista do CINQUENTENÁRIO
de ANTONIO JOSÉ PEREIRA ANTONIO PEREIRA CARRASCAL
CARRASCAL
Por ANTONIO PEREIRA
Vês este carrascal,
planície adusta e
feia?
De flórula esquisita
emaranhada e espinhenta,
O solo seco
é pedra, é só
de pedra e
areia...
Trecho morto da
terra exsicada e sedenta,
Aqui não brota
a fonte amena,
nem serpeia
Rio ou córrego
farto e estuante
em marcha lenta
O sol toda
manhã todo o
espaço incendeia
E o vento
angustia atroz, ruge
em fúria odienta.
A ave não canta aqui,
nem uma flor
singela
Um pouco de
alegria ou beleza
revela,
Que possa amenizar
este deserto bruto.
Conheço uma alma
assim como este
chão de pedra,
Onde a alegra
e o amor
não floresce nem
medra,
É a minh’alma
infeliz que traja
eterno luto.
Revista do
Cinquentenário
VOCABULÁRIO. Significado
FLÓRULA significa “ Flora de
uma região muito limitada”
dicio.com.br
Exsicada é o
termo utilizado pelo
autor. Talvez ele tenha queira
dizer
EXSICATA que “é uma amostra de planta ou alga que é prensada e em seguida seca numa estufa”(...), wikipédia.
sexta-feira, setembro 25, 2026
de MAGALHÃES JUNIOR; OPORTUNÍSSIMO!
Oportunissimo no BRASIL DE HOJE!!!
quarta-feira, setembro 23, 2026
quinta-feira, setembro 17, 2026
E para coroar o DIA: PATATIVA DO ASSARÉ - EU E O SERTÃO e VACA ESTRELA E BOI FUBÁ
Eu e o Sertão
Sertão, argúem te cantô,
Eu sempre tenho cantado
E ainda cantando tô,
Pruquê, meu torrão amado,
Munto te prezo, te quero
E vejo qui os teus mistéro
Ninguém sabe decifrá.
A tua beleza é tanta,
Qui o poeta canta, canta,
E inda fica o qui cantá.
Credito: portal MST
4. Vaca Estrela e Boi Fubá
Seu doutor, me dê licença
pra minha história contar
Hoje eu tô na terra estranha,
é bem triste o meu penar
Eu já fui muito feliz
vivendo no meu lugar
Eu tinha cavalo bom
e gostava de campear
Todo dia eu aboiava
na porteira do curral
Eeeeiaaaa, êeee Vaca Estrela, ôoooo Boi Fubá
Eu sou filho do Nordeste,
não nego meu naturá
Mas uma seca medonha
me tangeu de lá prá cá
Lá eu tinha o meu gadinho, não é bom nem imaginar
Minha linda Vaca Estrela
e o meu belo Boi Fubá
Aquela seca medonha
fez tudo se atrapalhar
Eeeeiaaaa, êeee Vaca Estrela, ôoooo Boi Fubá
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão se estorricou,
fez o açude secar
Morreu minha Vaca Estrela,
se acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto eu tinha, nunca mais pude aboiar
Eeeeiaaaa, êeee Vaca Estrela, ôoooo Boi Fubá
O poema em questão exibe uma narrativa em primeira pessoa onde ficamos sabendo sobre os acontecimentos na vida de um sujeito que vivia no campo e tinha sua terra e seus animais, que lhe provinham sustento.
Por conta da seca, tal sujeito tem sua terra arrasada e perde seus animais. Assim, o poema é um lamento e uma denúncia sobre os males da seca no nordeste.
Esse poema integra o álbum fonográfico A terra é Naturá, gravado em 1981. O disco tem vários textos recitados pelo poeta e contou com a participação de nomes da música como Nonato Luiz e Manassés no violão, Cego Oliveira na rabeca e Fagner na voz.
Crédito: Cultura Genial
de CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE E AGORA JOSÉ?
FINAL DE FESTA! FECHADAS AS CORTINAS, NADA MAIS RESTA.
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio — e agora?Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nenhuma
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
O ano era 1942.
terça-feira, setembro 15, 2026
AS SUAS CONCLUSÕES
Tirem as suas CONCLUSÕES sobre uma ACADEMIA
Sem mais comentários!
quinta-feira, setembro 10, 2026
Uma RELIQUIA!!! A equipe do Monte Castelo futebol
Era uma SELEÇÃO. Veja a RELAÇÃO abaixo.
terça-feira, setembro 08, 2026
Até SÃO BERNARDO DO CAMPO
DE SÃO BENEDITO
DO CAMPO...
Há
uma grande distancia
do conhecimento geográfico
do postulante da escola acadêmicos
de palhares.
Faz um
dia bonito lá
em palhares da
Serra. À noite,
também bonita por
ser momento da
grande festividade, muitas
coisas acontecem no
reino de AUKLAND.
Muitos personificados juntos,
com um interesse
único: juntar mais três
ao
grupo de dezesseis,
dezoito, vinte que
já se dizem
os protetores da
coexistência cultural de
uma gleba ateniense
do passado. Somente
querem ser, mas
pouca pólvora tem
para engrandecer o
batalhão, que já
nasceu e é néscio de
sua importância no
coamento.
Neste caso
o café, “O coamento
é um método mecânico de separação de misturas heterogêneas,
usado para isolar uma parte sólida de um líquido”, do
pergunte o que
quiser da IA.
Por isto mesmo
já não temos
mais bons cafés,
no Brasil. No
Ceará, idem. O ato de
coar é frágil, tornando
a qualidade muito
discutível no ato
da prova. Não
acontecerá um café de
sabor homogêneo. Há
somente interesse descabelado
em ganhar dinheiro
e aparecer nas
mídias sociais. Todas
as possibilidades são
exploradas. O que
vale é a
visibilidade.
Pois
hoje é a
noite do assassinato
do português, o
velho português que grande maioria
de intelectuais graduados nas
cadeiras das faculdades
está esquecendo, abandonando - o à margem
das jornadas virtuais
dos dias atuais. Redundância e
repetição absurdas, fagia
de termos e
letras e vírgulas, troca
de são Bernardo,
em são Paulo
por são Benedito,
no Ceará. Tem
que ter bastante
comiseração e paciência
com estes espezinhadores da
nossa língua e
da nossa cultura. Não deu para suportar...
“Ubajara teu
nome é beleza
E amar – te é
um ato de Fé”
José Maria
Fernandes
Mecosta...
BANCO DE BIOGRAFIAS
-
Washington Soares nasceu às 9h do dia primeiro de janeiro de 1889, em Ibiapina, cidade serrana do Planalto da Ibiapaba, filho do coronel...
-
Navegando pelo interior da Cartilha para que as lembranças ressurjam. Quem lembra do GA GE GI GO...
-
SOBRE A COPAIBA - Nomes Científicos – Copaifera R.Ducke (Mari-Mari) pertence a família da leguminoase-caesalpinoide. - Nome Po...




