DE SÃO BENEDITO
DO CAMPO...
Há
uma grande distancia
do conhecimento geográfico
do postulante da escola acadêmicos
de palhares.
Faz um
dia bonito lá
em palhares da
Serra. À noite,
também bonita por
ser momento da
grande festividade, muitas
coisas acontecem no
reino de AUKLAND.
Muitos personificados juntos,
com um interesse
único: juntar mais três
ao
grupo de dezesseis,
dezoito, vinte que
já se dizem
os protetores da
coexistência cultural de
uma gleba ateniense
do passado. Somente
querem ser, mas
pouca pólvora tem
para engrandecer o
batalhão, que já
nasceu e é néscio de
sua importância no
coamento.
Neste caso
o café, “O coamento
é um método mecânico de separação de misturas heterogêneas,
usado para isolar uma parte sólida de um líquido”, do
pergunte o que
quiser da IA.
Por isto mesmo
já não temos
mais bons cafés,
no Brasil. No
Ceará, idem. O ato de
coar é frágil, tornando
a qualidade muito
discutível no ato
da prova. Não
acontecerá um café de
sabor homogêneo. Há
somente interesse descabelado
em ganhar dinheiro
e aparecer nas
mídias sociais. Todas
as possibilidades são
exploradas. O que
vale é a
visibilidade.
Pois
hoje é a
noite do assassinato
do português, o
velho português que grande maioria
de intelectuais graduados nas
cadeiras das faculdades
está esquecendo, abandonando - o à margem
das jornadas virtuais
dos dias atuais. Redundância e
repetição absurdas, fagia
de termos e
letras e vírgulas, troca
de são Bernardo,
em são Paulo
por são Benedito,
no Ceará. Tem
que ter bastante
comiseração e paciência
com estes espezinhadores da
nossa língua e
da nossa cultura. Não deu para suportar...
“Ubajara teu
nome é beleza
E amar – te é
um ato de Fé”
José Maria
Fernandes
Mecosta...
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