segunda-feira, fevereiro 15, 2016

A casa cai pois...

O  tempo  URGE.

Para  quem  não  teve  a  oportunidade  de  ver, aí  está  o  vídeo  feito  há  alguns  anos  atrás  em  que  o  reporter  Júlio  Diniz  (  é  este o  nome,  certo? )  esteve  na  casa  da  Florência,  em  Ubajara.  Sem  retirar  o  texto,  mas  sem  ainda  condições  de  disponibilizar  o  vídeo,  vão  aí  fotos  mais  recentes  do  local.
É  importante  chamar  a  atenção  para  o  fato  de  que  o  imóvel,  localizado  no  Assentamento  de  sítio  Buriti,  de  responsabilidade  do  INCRA,  ESTÁ  DESDE  2009  na  responsabilidade  da  Prefeitura  de  Ubajara.

 ENQUANTO  NÃO  CAI  TUDO.

 Frontolateral  foto

                                         Pinturas  feitas  nas  paredes  internas  1
                                                                                                   2
                                                                                                              3
                                                  Ruindo,  vagarosamente.                      1
                                                                                                              2

                                                                                  A  situação  atual,  NO  WORDS!

quinta-feira, fevereiro 04, 2016

do NOVOS TEMPOS




 Para  registrar  e  lembrar  a  existência  do  jornal  NOVOS  TEMPOS,  seguem  aí  exemplos  do  trabalho  e  a  equipe  que  o  compunha.  Interessante  a  NOTA  DE  FALECIMENTO.


terça-feira, fevereiro 02, 2016

ERRO EQUÍVOCO DESCUIDO!

              DESVALORIZAÇÃO

              Sem  querer  querendo,  descobri,  no  anúncio  do  concurso  público  do  município  de  Croatá, Ceará,  uma  (  digamos )  incoerência   que  merece  ser  analisada  e  discutida.  Vejamos  se  tenho  razão.  Quando  o  promovente  do  concurso,  a  Prefeitura  de  Croatá,  expõe  os  salários  (  que  seriam  vencimentos ) do  professor  de  até  R$ 1.214,63 do  servidor  que  tem  nível  médio  de  até  R$ 1.419,00  e  de  nível  fundamental  de até  R$ 1.232,00  está  demonstrando  cabalmente  a  desvalorização  do  profissional  de  educação.  Diga - se  de  passagem  que  a  profissão  de  professor  não  é  para  qualquer  um.  Imagine  todo  dia,  cinco dias  por  semana,  mais  um  de  planejamento  e  a  tarefa  de  encarar  às  vezes  até  45  alunos  em  uma  sala  de  aula,  ou  seja  quarenta  e  cinco  mentes,  com  psicologias  diferentes! 
             Enquanto  isso,   um  servidor  de  nível  médio  ou  fundamental,  um  auxiliar  administrativo,  um  porteiro  ocupa -se  apenas  com a  sua  função  de  mudar  coisas  de  lugar  ou  vigiar  uma  entrada  de  prédio.     Observe  que  o  professor  vai  receber,  mensalmente,  uma  quantia  inferior  à  do servidor  de  ensino  médio  e  fundamental.  Vê  se  Pode!
Supondo - se  que  a  carga  horária  seja  igual,  é  uma  situação  que  demonstra  incoerência,  conforme  anotado  acima.   

                                                                 fonte  Diário  do  Nordeste,  de  31  de  janeiro  de  2016.

PRÁ BOI DORMIR por Sinfrônio


EITA,  Brasil!
PARECE  a  história  do  "Eu  não  sabia  de  nada",  e  do  "  Eu  não  tenho  dinheiro  lá  fora".
Chega  de  tanta  mentira  esfarrapada!

Sinfrônio  é  bom  demais.

                                                          fonte  Diário  do  Nordeste,  de  31  de  janeiro  2015.

QUERO SER CANDIDATO, repercutindo texto de jornal

Valmir  Pontes  Filho  foi  muito  feliz  neste  texto.  Leia  e  tire  as  suas  conclusões.


       Sem  necessidade  de  mencionar  a  fonte.

segunda-feira, fevereiro 01, 2016

ZONA DE LITÍGIO: CRATEÚS E PARNAIBA

                                             Repercutindo  matéria  divulgada  no  diário  do  nordeste.

          O  título  desta  postagem  refere - se  à  zona  de  fronteira  entre  os  dois  estados  citados  e  que  envolvem  vários  municípios  da  nossa  Ibiapaba.  E  a  história  é  longa,  vem de  muito  longe,  desde  quando  somente  existia  o  aldeamento  de  Nossa  senhora  da  Ibiapaba,  localizado  na  região  do  atual  município  de  Viçosa.  Os  governos  da  provincia  queriam  anexar  a  Ibiapaba  e  a  situação  perdura  até  hoje,  na  ausência  de  uma  tomada  de  posição  responsável  das  autoridades  dos  dois  estados ( PI  e  CE ).
           Desta  forma,  quem  mora  na  zona  de  litígio,  deve  definir - se  como  do  Litígio  e  não  do  Ceará  e  nem  do  Paiuí.  E  morrem  os  moradores  da  área  sem  ajuda  de  qualquer  tipo,  pois  não  tem  a quem  recorrer  na  hora  da  onça  beber  água.  
       
             Êita,  Brasil!!!!
                                                                                                                    comentário  do  blogger.


Histórico

As disputas territoriais entre Ceará e Piauí remontam ao século XVII, mais precisamente ao ano de 1656, quando a capitania secundária do Ceará foi separada da capitania-geral do Maranhão e Grão-Pará, que incluía a área hoje do Piauí, e anexada à capitania-geral de Pernambuco. A explicação é do historiador e professor da Universidade do Vale do Acaraú (UVA) e de cursinhos pré-universitários, Airton de Farias, autor de vários livros sobre História do Ceará.
Enquanto o Ceará tinha importância política menor dentro do projeto colonial português, o Maranhão passou a reivindicar a posse do aldeamento indígena Nossa Senhora da Ibiapaba, conhecido como Missão da Ibiapaba, onde hoje está o município de Viçosa do Ceará. “Era um dos maiores aldeamentos da América, com grande presença de índios, fundamental para a obtenção de mão-de-obra escrava. Os escravos negros eram muito caros, e o Piauí não tinha como comprar. Vem daí, a disputa pela região. Não é apenas por terras”, explica o historiador.
Em 1799, o Ceará tornou-se independente, mas as disputas pela região da Ibiapaba continuaram. A separação do Piauí em relação ao Maranhão, em 1811, não atenuou a disputa. “Várias vezes, se pretendeu anexar a Ibiapaba, ora ao Ceará, ora ao Piauí”, narra.
O caso da Parnaíba
Um dos marcos da disputa entre Ceará e Piauí foi o acordo proposto em 1880. Conforme Airton de Farias, os piauienses precisavam de um pedaço de mar para exportar algodão. Como um gesto de “boa vontade” com os vizinhos, o Ceará cedeu a localidade de Amarração, que fazia parte do município de Granja. Em troca, recebeu do Piauí a região de Príncipe Imperial. Hoje, essas áreas correspondem aos municípios de Parnaíba e Crateús, respectivamente. Mas o acordo político não foi bem costurado e acabou estendendo as indefinições acerca da divisa entre os Estados, criando a área de litígio que persiste até hoje.
Na opinião de Airton de Farias, do ponto de vista histórico, o problema dificulta a existência dos habitantes dessas áreas e a criação de um sentimento regional deles com a a terra onde vivem, visto que há diferenças culturais entre o Ceará e o Piauí. “Você é ligado culturalmente a qual Estado? Como o Estado vai fazer políticas públicas para essas pessoas? ”, questiona.
Fonte: Diário do Nordeste

de JACARÉ a UBAJARA A lei de criação MANUSCRITA

                    Dos  arquivos  da  Assembléia  Legislativa  do estado  do  Ceará,  o  primeiro  registro  do  novo  município  de  Ubajara.  O  material  foi  conseguido  apenas  através  de  foto  colhida  no  original,  motivo  pelo  qual  há  distorção  na  imagem. 

arq  do blog 2015

BANCO DE BIOGRAFIAS

PELÉ e GARRINCHA COPA DO MUNDO DO CHILE

  BRASIL  BICAMPEÃO  INVICTO Na  revista  O  CRUZEIRO,  edição  especial  30  de  junho  de  1962