PARA QUE NÃO COMETAMOS EQUIVOCOS, o poeta tinha o nome IWELTMAN,
Minha homenagem.
Dedicatória do autor for me!!
PARA QUE NÃO COMETAMOS EQUIVOCOS, o poeta tinha o nome IWELTMAN,
Minha homenagem.
"O trigo que caiu na boa terra, nasceu e frutificou com grande multiplicação: et natum fecit fructum centuplum. De maneira que o trigo que caiu na boa terra, nasceu e frutificou; o trigo que caiu na má terra, não frutificou, mas nasceu; porque a palavra de Deus é tão fecunda, que nos bons faz muito fruto e é tão eficaz que nos maus, ainda que não faça fruto, faz efeito; lançada nos espinhos, não frutificou, mas nasceu até nos espinhos; lançada nas pedras, mão frutificou, mas nasceu até nas pedras"
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Página 103 e... em SERMÕES, Antologia |
Conforme a revista O CRUZEIRO, edição de dezembro de 1962, as MADONAS são obras de arte que pertencem ao Museu de Arte de São Paulo.
JOÃO
PEREIRA JACINTO
e
a HISTÓRIA DE
UBAJARA
JOÃO
PEREIRA JACINTO era
português. Em 30
de agosto de
1805, recebeu sesmaria
na região de
Camocim, mais precisamente
na localidade de
Lagoa das Pedras,
próximo a Jericoacoara,
naquela época pertencente
a grande Granja,
ou Macavoqueira.
Em
1847, foi nomeado
pelo governo da província
do
Ceará 1º substituto do Juiz
Municipal e de órfãos do
termo da Granja.
Esta nomeação está
publicada no jornal
O CEARENSE, de
número 78, de quinta
– feira, 23 de
agosto de 1847.
JOÃO
PEREIRA JACINTO, casado
com Rita Teresa
de Jesus, com
quem teve os filhos JOSÉ
RUFINO PEREIRA e
JOSÉ CORIOLANO
PEREIRA. José Rufino
Pereira veio habitar
o nosso Jacaré
nos idos de
1840, fixando residência
no sítio Marinheiro
e José Coriolano,
também na década citada,
foi morar no
sítio Santo Elias.
José
Rufino Pereira, conhecido
como Zeca Pereira,
casou com Rita Soares e Silva
e tiveram JESUÍNO
RÉGIS PEREIRA, nascido
em 1866, ANTONIO
JOSÉ PEREIRA e
FRANCISCA MÁXIMA PEREIRA.
Antonio José Pereira
era pai de DOMÍCIO PEREIRA,
casado que foi
com dona Ritinha,
ou Rita Belarmino
Pereira.
JOSÉ
RUFINO PEREIRA era
também pai de
JESUÍNO RÉGIS PEREIRA,
conforme dito acima.
JESUÍNO, por seu
lado, casou com MARIA AUGUSTA
DE MORAIS. O casal teve 2
filhos, sendo eles
JOZIAS AUGUSTO SOARES
e HEMETÉRIO AUGUSTO
PEREIRA, este nascido em 3 de março de 1891.
Em
1897, JESÚINO, pai
de Hemetério e
Jozias, foi morar
em Campo Maior,
no estado do
Piauí, onde foi
coletor federal, falecendo
em 3 de
junho de 1931,
com 65 anos
de idade.
Este
blogueiro obteve informação oral
de que HEMETÉRIO
PEREIRA foi criado
por JOSÉ RUFINO
PEREIRA.
créditos: F Sadoc de Araújo, Cronologia
Sobralense e Family
Search
Jornal O
CEARENSE
by MESSIAS COSTA
A sesmaria concedida a JOÃO PEREIRA JACINTO, tinha o número 668 e foi pedida e autorizada em 30 de agosto de 1805.
Era seu vizinho
o sesmeiro ANTONIO
DA SILVA BARROS,
na localidade de
Boa Vista. A
sesmaria de Antonio
da Silva Barros
foi concedida em
7 de julho
de 1807, medindo
3 léguas por
duas.
Eis a
localização:
NADA JUSTIFICA
Há uma
lápide no fim
do Caminho.
No fim
do Caminho
Tem uma
lápide
que te
espera.
Ela é
fria, na madrugada;
O orvalho
gélido,
Lá fica:
Impassivo.
No meio da
tarde,
Sob a
luz do grande
disco de fogo,
A lápide
é cruelmente
Quente
E sufocante:
Morre - se
de calor
Sob a
lápide.
Mas ela
espera,
Como última
morada,
O incauto morador.
Justifica nada
A prata
no cofre guardada
Ou a
moeda dourada,
Ferozmente,
poupada,
Se,
No fim
do Caminho,
Somente uma
lápide há.
Por MeCosta Dez/2022
SEM TEMPO A PERDER...
DADOS BIOGRÁFICOS DE RAIMUNDO MAGALHÃES JUNIOR
Raimundo Magalhães
Júnior
por
Cláudio César
Magalhães Martins, da Academia
Ipuense de Letras,
Ciências e Artes
Acredito que poucos saibam quem foi Raimundo Magalhães
Júnior, um cearense brilhante e que nasceu em um município muito próximo à
cidade de Ipu. Explico-me: o personagem
objeto deste artigo veio ao mundo na cidade de Ubajara, em 12 de fevereiro de
1907. Seu pai, o jornalista Raimundo Magalhães, foi autor do VOCABULÁRIO
POPULAR, obra publicada em 1911. Aos 17 anos, transferiu-se para a cidade de
Campos (RJ), onde fez os estudos de Humanidades e se iniciou no jornalismo. Em
1930, mudou-se para o Rio de Janeiro, então Distrito Federal, e, já no ano de
1934, lançou o seu primeiro livro de contos sob o sugestivo título “Impróprio
para menores.” Espírito irrequieto, foi um dos fundadores do Diário de
Notícias, secretário da revista “A Noite Ilustrada” e diretor das revistas
“Carioca”, “Vamos Ler” e “Revista da Semana.”
Em 1930, como redator de “A Noite”, foi enviado ao Paraguai
para cobrir a Guerra do Chaco, que aquele país travava contra a Bolívia.. Em
1933, casou-se com Lúcia Benedett i, escritora e autora
de peças para o público infantil. Em 1938, escreve a peça Mentirosa,
a qual foi premiada pela Academia Brasileira de Letras. Entre 1939 e 1942, seis
peças de sua autoria entram em cartaz no Rio de Janeiro e em São Paulo. São
elas: O Testa de Ferro, Carlota Joaquina, Um Judeu, a Família Lero-Lero,
Casamento no Uruguai e Trio em Lá Menor.
Fugindo à perseguição política da ditadura de Getúlio Vargas,
seguiu para os Estados Unidos em 1942, onde permaneceu até 1945, passando a
trabalhar no escritório de Nelson Rockefeller, que, à época, era Coordenador de
Assuntos Interamericanos. Neste período, foi colaborador do The New York Times,
Pan-American Magazine, American Mercury e Theatre Arts. Ao retornar ao Brasil,
participou da redação da revista Brazilian- American, que então era publicada
em inglês no Brasil.
Como tradutor do escritor americano Tenessee Williams, verteu
para o português as peças Anjo de Pedra, A Rosa Tatuada e Gato em Teto de Zinco
Quente. Poliglota que era, traduziu para a nossa língua inúmeras obras teatrais
do inglês, francês, italiano e espanhol, obras essas que eram representadas no
Teatro Maria Della Costa e Teatro Brasileiro de Comédia. Embora suas traduções
fossem elogiadas pela crítica por sua fidelidade aos textos originais, o mesmo
não ocorreu com as adaptações que
realizou.
Na década de 1950, adaptou para o cinema, sob o título João Gangorra, a peça Essa Mulher é Minha,
que vinha sendo protagonizada no teatro por Procópio Ferreira. Na mesma década,
escreveu O Imperador Galante, biografia a
dramática de D. Pedro I, encenada no teatro pela Companhia Dulcina-Odilon. Neste
período, logrou eleger-se vereador do Distrito Federal pelo Partido Socialista
Brasileiro (PSB), exercendo dois mandatos: 1951-55 e 1955-59. Em 1953, publicou
a biografia de Arthur Azevedo, primeira de uma série de biografias, entre as
quais se destacam Martins Pena e Sua Época e As Mil e Uma Vidas de Leopoldo
Fróes. Publicou também contos, antologias poéticas, dicionários de citações,
provérbios e frases feitas.
Em 9 de agosto de 1956, foi eleito para a cadeira nº 34 da
Academia Brasileira de Letras, anteriormente ocupada por João Manuel Pereira da Silva, pelo Barão do
Rio Branco, pelo Gal. Lauro Müller e por D. Francisco de Aquino Correia. Foi o
5º cearense a chegar à Academia. Antes dele, lá estiveram Araripe Júnior,
Clóvis Bevilácqua, Heráclito Graça e Gustavo Barroso. Como acadêmico, exerceu
por muitos anos a função de
redator-chefe da revista Manchete. Teve atuação destacada como autor de
radionovelas, que eram apresentadas na Rádio Nacional. Criou o programa Acredite se Quiser, o qual
apresentava, entre outras histórias, casos de aparições de fantasmas. Participou,
nos anos 50, do processo de implantação da televisão no Brasil, sendo um dos
diretores da TV Tupi. Indagado sobre como arranjava tempo para suas múltiplas
atividades, respondeu: “O dia dura 36 horas, quando sabemos esticá-lo por ambas
as extremidades. Uma consiste em dormir
tarde. Outra consiste em acordar cedo.” No ano de 1964, lançou sua obra mais
polêmica: Rui: o Homem e o Mito, onde procura desconstruir o mito criado em
torno de Rui Barbosa, apontando contradições e impropriedades em suas ações
políticas e em suas obras. O livro provocou a ira dos admiradores de Rui, como
se vê no texto abaixo, de Américo Jacobina Lacombe, então diretor da Casa de
Rui Barbosa: “Das páginas daquele cartapácio, quem sai realmente arrasado
não é Rui Barbosa; é o título de biógrafo pretendido pelo organizador. Se ele
tivesse ao menos realizado uma compilação de velhos inimigos de Rui Barbosa:
Laet, Moniz Sodré, Barcelos, Seabra, Bagdócimo, fazendo uma antologia contra o biografado,
teria reeditado muita calúnia destruída, mas teria fornecido ao público algumas
páginas de boa literatura.
Querendo dizer coisa nova, não conseguiu ultrapassar o mau panfleto.
Do ponto em que colocou o estudo não é possível partir para fazer a revisão de
qualquer figura histórica a que fazem referência os noticiaristas apressados”. Sobre
a personalidade de Raimundo Magalhães Jr., assim se expressou Murillo Melo
Filho, seu colega na ABL e na revista Manchete: “Tinha um apetite de escritor e
pesquisador, simplesmente insaciável,
que não conhecia limites. Aí também pudemos admirá-lo como um brasileiro
honesto e honrado em suas posições
políticas e convicções ideológicas, um fanático na disciplina e na pontualidade
de entregar, nos prazos certos,
os seus projetos literários, de livros, peças teatrais e
traduções, um exemplo de correção e de lisura em suas atitudes de intelectual digno e capaz, um companheiro leal e correto,
generoso e atencioso, e que por algum
tempo esteve entre aqueles poucos
boêmios com os quais qualquer colega gostaria de fazer uma grande farra” .
O mesmo colega o descreve, sob o ponto de vista físico, como
sendo baixo e atarracado, com apenas 1,60 m de estatura, “algo vesgo e
estrábico, características que não o aproximavam
muito de um elegante Apolo. Mas era, ao mesmo tempo, um homem encantador, de prosa culta e erudita, ajudado por uma memória prodigiosa.” Em certa ocasião, Adolpho Bloch, proprietário da Manchete, mandou desligar a refrigeração do seu ambiente de trabalho. Em sinal de protesto, Magalhães tirou a camisa, revelando o seu busto assaz feio e ameaçando tirar o resto da roupa, o que fez Adolpho Bloch retroagir de sua determinação. Sua morte foi trágica e inesperada. Em 12 de dezembro de 1981, ao descer de um ônibus no sinal da Rua Silveira Martins com a Praia do Flamengo, no Rio, e tentar cruzar o asfalto para chegar ao seu local de trabalho, na redação da Manchete, foi atropelado por um carro em alta velocidade, vindo a falecer. Tinha, então, 74 anos de idade. Eis um breve perfil do ubajarense Raimundo Magalhães Júnior, personagem que honrou a cidade onde nasceu e o próprio Estado do Ceará. Ubajara prestou-lhe justa homenagem, ao inaugurar, em 23 de dezembro de 2008, uma Casa de Cultura que leva o seu nome, a qual abrigará o Memorial de seu filho ilustre. Por sua inteligência, produtividade e amor ao trabalho,
Murillo Melo Filho o cognominou de “um operário da
inteligência”, título que dá nome ao presente artigo.
Nota do autor:
As informações contidas neste trabalho foram obtidas
através do GOOGLE, mediante consulta aos títulos “RAIMUNDO
MAGALHÃES JR” e “RUI, O HOMEM E O MITO.
UMA BIOGRAFIA
MANUEL MIRANDA
Foi comerciante, escritor, poeta, jornalista, e
seria grande professor se lhe tivesse sobrado tempo para se dedicar a mais uma
profissão.
Era um cearense nascido em Granja, a 2 de agosto de
1887. Filho de pai sem recursos financeiros
e materiais. Como na infância não recebeu as bênçãos da fortuna, não
pode fazer estudo secundário, mais nem por isso se deixou abater pelo desânimo.
Apenas sem escolas nem professores, lia tudo. Estudou, começando pela “Carta do
ABC”, inseparável manual de ensino com que convivia noite e dia até tornar-se
mais esclarecido e passar a outros compêndios mais instrutivos.
Os livros foram seus únicos mestres. Era admirável ver-se Manuel Miranda de jornal na mão, a discutir as notícias com
avidez insana e principalmente quando se tratava de assuntos políticos da
modesta comunidade onde nasceu.
Por isso, mesmo, teve os seus admiradores, que lhe
faziam “Roda, quer no mercado onde lhe exploravam o talento precoce, quer em
casa de família, onde o mimavam como uma verdadeira revelação”. Já crescido,
mudou-se para Ubajara, onde negociava com o seu irmão mais velho, Vitaliano
Miranda; cedo soubera livrar-se das estreitezas do pequeno burgo, e Manuel
Miranda imitou-lhe a aventura.
Serviu aí de caixeiro ao mano até estabelecer-se
por contra própria, montando uma loja que era um legítimo bazar. Vendia de tudo:
fazendas, medicamentos, artigos religiosos, ferragens, miudezas.
Nos dias de feira, corria de uma a outra ponta do
balcão para atender a pletora de fregueses, os quais o apreciavam bastante por
ver-lhe não apenas agilidade, mais, e sobretudo, afabilidade natural, o trato
fora do comum. Fez progressos, utilizando-se do crédito como capital e da
honestidade como propaganda para atrair fregueses.
Quando, ao término do dia, sentia as pernas fatigadas,
punha a cabeça a funcionar, alternando as faculdades físicas com as
intelectuais, nesse plantão de duplo sentido militar em que o cidadão se rende
a si próprio sem render-se à fadiga...
Durante o dia dedicava-se com afinco ao trabalho. A
noite era para o estudo, as leituras de agora silenciosas, os rabiscos no
papel. E tornou-se, assim, um autodidata
de primeira linha. Ao lado das
atividades comerciais, Manuel Miranda jamais esqueceu a cultura do espírito,
lendo e arrancando do que lia o sustento necessário ao seu desenvolvimento
intelectual. Nessa atividade fez também progresso.
Em Ubajara, fundou em 1915, juntamente com o poeta
Craveira Filho, o jornal “A Ibiapaba”, o primeiro jornal impresso naquela vila.
Sendo Manuel Mirando o seu idealizador. A pequena empresa de difusão cultural,
reunindo os dois poetas, não conseguiu sobreviver, somente por implicação de
ordem econômica, como também por que se deu a dissociação motivada por
interesse de cada componente. Craveiro Filho teve que se mudar para Sobral onde
o Jornal “A Ordem” aguardava a sua presença, para poder circular e Miranda teve
que se contentar com as suas atividades comerciais. Mesmo assim, lia e
escrevia, para melhorar seu aprimoramento intelectual.
Quando sua situação financeira atingiu um certo
ponto de equilíbrio ele montou uma gráfica, em 1909 fizera circular, com José Vasconcelos,
“O Serrano”, hebdomadário bem redigido, onde se firmou como jornalista de
talento, versejando as vezes “Currente Calamo”, simples e inspirado.
Se afirmou como literato, cultivando diligentemente
a poesia e o conto.
O verso de Manuel Miranda, no soneto como na poesia
propriamente dita, é espontâneo e bem inspirado. Não o preocupa o seu lado
estético (chegou mesmo a claudicar imperdoavelmente na metrificação).
Tudo, nele, é sensibilidade e emoção, que o poeta
conseguiu externar em rimas suaves e harmoniosas. O conto é de feição e sonho
realista. Pode mesmo dizer-se que era casos da vida real – da vida de cada um.
Fonte: COISAS DA MINHA
TERRA. Visita: 17/05/2016: 14:13h. Repontuado by M Costa
Sobre
FRANCISCO AGUIAR E
SILVA e BHAÉ
DE MACEDO PINTO
Pequena
Nota
FRANCISCO AGUIAR
E SILVA era
MAGAREFE em Araticum
e detinha o
alvará de número 45,
no ano de
1934.
Já BHAÉ
MACEDO, como era mais
conhecido. que era sócio majoritário
da empresa BHAÉ
MACEDO & CIA., tinha licença
de número 20,
para vender, em
1934, “tecidos e
miudezas a retalho,
em Furnalhão e Raimundo Mendonça
Furtado, negociava o
mesmo, em Ubajara.
Fonte: Registro
de Alvará da
Prefeitura de Ubajara,
no ano de 1934.
Por
Messias
Costa
DE TABOCA
FIGURAS NO
TEMPO
Em
julho de 933, eram
contribuintes do imposto
de Industria e
profissão na região
de Taboca, quando
Tianguá estava sob
a administração do
interventor de Ubajara,
tenente Ramiro Antonio
de Sousa, os seguintes
proprietários e profissionais ( na
maioria magarefes ): Clarindo
Fernandes, João Pedro,
Raimundo Maia, Pedro
Venâncio, Joana Felício,
Raimundo Felício, José
Fernandes, Francisco Costa,
Alcebíades Machado, Antonio
Martins, Tomaz Clarindo,
Sebastião Fernandes, Manoel
F da Costa,
Manoel F da Costa,
Cornélio Januário, Antonio
Tomaz, Norberto Secundo,
Pedro Moreira, João
Nicássio, Josefa Vieira,
Manoel Fernandes, José
Fernandes, Francisco Moreira,
Ernesto Holanda, Manoel
Estevão, Antopnio Fernandes,
Francisco Vieira, Manoel
Alderico.
O
coletor do município de
Ubajara em Tianguá
era José Alprim
do Nascimento e o
tesoureiro era Lauro
Costa. O secretário
do Tesoureiro era
Israel Urano.
Fonte: Livro
de Registro da
Receita, da prefeitura
municipal de Ubajara.
Ano 1933.
Texto do jornalista Luis Nassif. Veja que o depoimento cita UBAJARA. Há um blogueiro no trecho que dá a informação de ...