Para registrar e lembrar a existência do jornal NOVOS TEMPOS, seguem aí exemplos do trabalho e a equipe que o compunha. Interessante a NOTA DE FALECIMENTO.
quinta-feira, fevereiro 04, 2016
terça-feira, fevereiro 02, 2016
ERRO EQUÍVOCO DESCUIDO!
DESVALORIZAÇÃO
Sem querer querendo, descobri, no anúncio do concurso público do município de Croatá, Ceará, uma ( digamos ) incoerência que merece ser analisada e discutida. Vejamos se tenho razão. Quando o promovente do concurso, a Prefeitura de Croatá, expõe os salários ( que seriam vencimentos ) do professor de até R$ 1.214,63, do servidor que tem nível médio de até R$ 1.419,00 e de nível fundamental de até R$ 1.232,00 está demonstrando cabalmente a desvalorização do profissional de educação. Diga - se de passagem que a profissão de professor não é para qualquer um. Imagine todo dia, cinco dias por semana, mais um de planejamento e a tarefa de encarar às vezes até 45 alunos em uma sala de aula, ou seja quarenta e cinco mentes, com psicologias diferentes!
Enquanto isso, um servidor de nível médio ou fundamental, um auxiliar administrativo, um porteiro ocupa -se apenas com a sua função de mudar coisas de lugar ou vigiar uma entrada de prédio. Observe que o professor vai receber, mensalmente, uma quantia inferior à do servidor de ensino médio e fundamental. Vê se Pode!
Supondo - se que a carga horária seja igual, é uma situação que demonstra incoerência, conforme anotado acima. fonte Diário do Nordeste, de 31 de janeiro de 2016.
PRÁ BOI DORMIR por Sinfrônio
EITA, Brasil!
PARECE a história do "Eu não sabia de nada", e do " Eu não tenho dinheiro lá fora".
Chega de tanta mentira esfarrapada!
Sinfrônio é bom demais.
fonte Diário do Nordeste, de 31 de janeiro 2015.
QUERO SER CANDIDATO, repercutindo texto de jornal
Valmir Pontes Filho foi muito feliz neste texto. Leia e tire as suas conclusões.
Sem necessidade de mencionar a fonte.
segunda-feira, fevereiro 01, 2016
ZONA DE LITÍGIO: CRATEÚS E PARNAIBA
Repercutindo matéria divulgada no diário do nordeste.
Êita, Brasil!!!!
comentário do blogger.
O título desta postagem refere - se à zona de fronteira entre os dois estados citados e que envolvem vários municípios da nossa Ibiapaba. E a história é longa, vem de muito longe, desde quando somente existia o aldeamento de Nossa senhora da Ibiapaba, localizado na região do atual município de Viçosa. Os governos da provincia queriam anexar a Ibiapaba e a situação perdura até hoje, na ausência de uma tomada de posição responsável das autoridades dos dois estados ( PI e CE ).
Desta forma, quem mora na zona de litígio, deve definir - se como do Litígio e não do Ceará e nem do Paiuí. E morrem os moradores da área sem ajuda de qualquer tipo, pois não tem a quem recorrer na hora da onça beber água.
Êita, Brasil!!!!
comentário do blogger.
Histórico
As disputas territoriais entre Ceará e Piauí remontam
ao século XVII, mais precisamente ao ano de 1656, quando a capitania
secundária do Ceará foi separada da capitania-geral do Maranhão e
Grão-Pará, que incluía a área hoje do Piauí, e anexada à capitania-geral
de Pernambuco. A explicação é do historiador e professor da
Universidade do Vale do Acaraú (UVA) e de cursinhos pré-universitários,
Airton de Farias, autor de vários livros sobre História do Ceará.
Enquanto o Ceará tinha importância política menor
dentro do projeto colonial português, o Maranhão passou a reivindicar a
posse do aldeamento indígena Nossa Senhora da Ibiapaba, conhecido como
Missão da Ibiapaba, onde hoje está o município de Viçosa do Ceará. “Era
um dos maiores aldeamentos da América, com grande presença de índios,
fundamental para a obtenção de mão-de-obra escrava. Os escravos negros
eram muito caros, e o Piauí não tinha como comprar. Vem daí, a disputa
pela região. Não é apenas por terras”, explica o historiador.
Em 1799, o Ceará tornou-se independente, mas as
disputas pela região da Ibiapaba continuaram. A separação do Piauí em
relação ao Maranhão, em 1811, não atenuou a disputa. “Várias vezes, se
pretendeu anexar a Ibiapaba, ora ao Ceará, ora ao Piauí”, narra.
O caso da Parnaíba
Um dos marcos da disputa entre Ceará e Piauí foi o
acordo proposto em 1880. Conforme Airton de Farias, os piauienses
precisavam de um pedaço de mar para exportar algodão. Como um gesto de
“boa vontade” com os vizinhos, o Ceará cedeu a localidade de Amarração,
que fazia parte do município de Granja. Em troca, recebeu do Piauí a
região de Príncipe Imperial. Hoje, essas áreas correspondem aos
municípios de Parnaíba e Crateús, respectivamente. Mas o acordo político
não foi bem costurado e acabou estendendo as indefinições acerca da
divisa entre os Estados, criando a área de litígio que persiste até
hoje.
Na opinião de Airton de Farias, do ponto de vista histórico, o
problema dificulta a existência dos habitantes dessas áreas e a criação
de um sentimento regional deles com a a terra onde vivem, visto que há
diferenças culturais entre o Ceará e o Piauí. “Você é ligado
culturalmente a qual Estado? Como o Estado vai fazer políticas públicas
para essas pessoas? ”, questiona.
Fonte: Diário do Nordeste
de JACARÉ a UBAJARA A lei de criação MANUSCRITA
Dos arquivos da Assembléia Legislativa do estado do Ceará, o primeiro registro do novo município de Ubajara. O material foi conseguido apenas através de foto colhida no original, motivo pelo qual há distorção na imagem.
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