quinta-feira, junho 17, 2021

de SANDRO BOTTICELLi LA VIERGE ET L'ENFANT

 Esta  pintura  e  do  pincel  de  Sandro  Botticelli,  pintor  italiano.

Fonte:  Revista  ECONOMIE  E  CULTURE,  edicion  en  langue Française.

BREVE

Biografia de Sandro Botticelli

Sandro Botticelli (1445-1510) foi um pintor italiano, considerado um dos maiores pintores do Renascimento Artístico na Itália. Entre suas obras estão: “O Nascimento de Vênus”, "A Tentação de Cristo" e “A Adoração dos Magos".

Alessandro di Mariano di Vanni Filpepi, conhecido como Sandro Botticelli, nasceu em Florença, na Itália, no dia 1 de março de 1445. Filho do curtidor de peles Mariano di Vanni e de Monna Smeralda aos 13 anos começava a enfrentar o problema da escolha de uma carreira ou de uma profissão


                                                                           WIKIPEDIA



quarta-feira, junho 02, 2021

MORADIAS AQUATICAS

 

As  novas  moradias  aquaticas  da  Asia.
                                                            
foto do  Blogger







segunda-feira, maio 31, 2021

REMEMÓRIA: As saudades do Ibiapina, do blog de Macário Batista

 

As saudades do Ibiapina


ESTÃO CHAMANDO NOSSA TURMA
Wilson Ibiapina
Num domingo, pela manhã, o telefone tocou em minha casa. Era o Tozim, direto de Ubajara. Fiquei contente com a ligação. Era um amigo de infância que não via há mais de 40 anos. Nos cumprimentamos e ainda surpreso perguntei como foi lembrar de mim, depois de tanto tempo. – Foi o Florival que sugeriu ligar pra você. Estou precisando de um som para animar as festas que promovo na Serra e o Florival disse que você pode mandar um.
Não só comprei o desejado som como saí de Brasília e fui até à Serra da Ibiapaba fazer a entrega pessoalmente. A viagem de Fortaleza até Ubajara foi feita na camioneta do Rubens Soares Costa. Cunha Junior nos acompanhou.
Durante a viagem fui lembrando da figura do Tozim. Ainda adolescente, de férias em Ubajara, gostava de ouvir o som do bumbo da banda  do município. Bum!!.. bum!!!  Era o Tozim chamando os músicos para o ensaio da banda. O som ecoava por toda a pequena cidade. Tozim tocava tarol. Num dia de uma dessas convocações, o Expedito, membro da banda, jogava sinuca no bar do Pedro. Como ele fez que não ouvía a chamada, perguntei se ele não iria ao ensaio.  E ele sem soltar o taco nem olhar pra mim, disse que estava doente, com os lábios inchados  de picada de abelha e que não iria. Até hoje não entendo a desculpa. Expedito tocava pratos na banda.
Tozim, exímio baterista, era irmão do João Benício, saxofonista, filhos de seu Valentim. Ele jogava no time da cidade formado pelo Florival Miranda, o dono da bola e das camisas. Quando nãro era escalado, Tozim chorava feito criança. Nesse tempo  um  outro programa que fazíamos era invadir os sítios que ficavam na periferia da cidade para roubar mangas, jacas, goiabas e chupar cana, quebrada no pé para desgosto dos proprietários. Geralmente éramos perseguidos pelos empregados dos sítios que usavam espingardas com tiro de sal. Barriga cheia e depois dessa carreira, fugíamos para o banho de rio. Água gelada, que só a coragem e a audácia da idade nos faziam enfrentar com a maior naturalidade. Da turma, restam poucos. Já se foram o Gregório Aragão, Dário Cunha, Dário Macedo, George e Lincoln Vasconcelos, Versiani, Pedro Chico. Toinho do seu Chico Pinto, Salustiano, que diziam que era ladrão em outras cidades e se refugiava em Ubajara.
Agora, o Rubens liga pra informar que o Tozim também se foi. O Florival conta que ultimamente ele trabalhava como empresário de bandas. Uma delas, a banda Ases do Planalto, do Zequinha do seu Gabriel. Usava o som que lhe dei para movimentar as festas.
Ia tudo bem até que um dia levou um tombo, quebrou uma perna, e ficou meses numa cama e depois andando de muletas. Fez promessa pra São Francisco. Estava com 73 anos de idade quando viajou pra Canindé. A emoção foi grande. Foi traído pelo coração logo que saiu da igreja. Florival garante que ele morreu sem dever nada a ninguém. Até a promessa ele pagou

quarta-feira, abril 28, 2021

do nome AGASSIZ ou LUIZ AGASSIZ ou Jean Louis Rodolphe Agassiz

 LOUIS  AGASSIZ  era  suiço, morou  na  Alemanha,  na  França  e  faleceu  nos  Estados  Unidos.


Este  texto é  um  extrato  na  dissertação  de  mestrado  de  Anderson  Antunes,  na  Fiocruz.

O  mesmo  trata  sobre  a  trajetória  do  naturalista  Luiz  Agassiz  e  suas  pesquisas,  inclusive  em  viagem  ao  Brasil  e   ao  Ceará,  em  1865, 66.    

Além de participar de suas expedições, Elizabeth também redigia suas palestras para publicação, gerenciava a publicação de seus livros e artigos, cuidava de suas finanças e organizava suas correspondências. Guyot descreve a importância de Elizabeth na vida de Agassiz da seguinte forma: Permitam-se, aqui, fazer alusão a uma das circunstâncias providenciais da vida de Agassiz, que o permitia realizar um conjunto tão grande de trabalhos, e fazê-los de forma tão alegre quanto eficiente. Quero fazer referência ao seu casamento, em 1849, com uma distinta filha da sua pátria adotiva, a qual todos conhecemos, admiramos e respeitamos sem precisar dizer seu nome. Nesta companheira constante e devota, ele encontrou uma sábia e afetiva mãe para seus filhos. Seu julgamento são e firme, sua mente bem equilibrada, davam-no todo o auxílio e encorajamento que precisava em meio a circunstâncias às vezes complicadas. Seus talentos literários, ao qual devemos o interessante registro de sua viagem ao Brasil, o relato pitoresco dos corais da Flórida, e talvez mais de um de seus últimos trabalhos, são reconhecidos por todos. Sua profunda e absoluta devoção, sua influência consoladora, garantiam a ele a paz de alma e espírito necessárias para uma atividade mental imperturbada. À ela também a Ciência deve um tributo de gratidão. 

O papel de Elizabeth foi ainda mais importante nos momentos finais da vida de Agassiz. Quando voltou para casa, no dia 6 de dezembro de 1873, sentindo-se mal e reclamando de cansaço, nem mesmo os seus amigos, os médicos Dr. Brown-Sequard (1817 – 1894) e Dr. Morrill Wyman (1812 – 1903) conseguiram fazê-lo se recuperar. Poucos dias depois, no dia 14 do mesmo mês, Agassiz faleceu. Seu corpo foi enterrado no cemitério de Mount Auburn, em Massachusetts, sob uma rocha errática trazida das geleiras da sua terra natal. Segundo William James, que foi seu aluno e companheiro em sua viagem ao Brasil: Ele nos deixou uma impressão incomparável. Ele deixa uma espécie de mito popular – a lenda de Agassiz, como alguém poderia chamar – que paira no ar ao nosso redor; e a vida se faz mais gentil conosco e conseguimos mais reconhecimento do mundo porque podemos nos chamar de naturalistas, e essa era a classe à qual ele também pertencia94 . James certamente tinha razão. Independentemente de suas teorias científicas terem sido provadas corretas ou erradas nos anos e décadas posteriores à sua existência, o fato que permanece verdadeiro até os dias de hoje é que Agassiz foi uma figura singular, e deixou um legado que se faz relevante mesmo cerca de 150 anos após a sua morte, como podemos notar pela quantidade de obras publicadas sobre sua vida. Neste trabalho, nos chama a atenção, em especial, a sua viagem ao Brasil e o seu relacionamento com as populações locais, temas que vamos explorar mais profundamente a seguir.

Teria  alguma  relação  com  Zulmira  Agassiz.  Zulmira  Agassiz  é  a  denominação  de  unidade  escolar  de  Araticum,  distrito  sertanejo  de  Ubajara.    

O JUMENTO NOSSO IRMÃO, de padre Antonio Vieira

 Uma  sugestão  de  leitura,  para  quem  gosta!!!




Segue  sites  de  venda  de  livros  usados,  baratos  e  em  bom  estado:sebodomessias.com.br  e  estante virtual.com.br  

terça-feira, abril 20, 2021

FOTOGRAFIA e ARTE andam juntas

 












meu TESOURO; 70 revistas GEOGRÁFICA UNIVERSAL

 



Certo  dia,  de  sol,  resolvi  que  ia  jogar  todas  fora...

Decidi  nada.  Guardei - as,  todas.  Como  é  que  um  indivíduo  joga  um  tesouro  no  lixo.

Tá  doido!!!!  A  leitura  nunca  é  demais!!!!

BANCO DE BIOGRAFIAS

para NÃO DEIXAR CAIR NO ESQUECIMENTO!!!! foto

  Obra  de  ANTONIO  RIBEIRO  NETO!!!