quinta-feira, julho 11, 2013

R. MAGALHÃES JÚNIOR

Esta  biografia  está  disponibilizada  no  portal  da  Academia  Brasileira  de  Letras.
Foi  a  que  mais  me  chamou  a  atenção.  Está  bem  elaborada  e  traz  muitas  informações  interessantes  sobre  o  autor  ubajarense.  Interessante  também  é  o  que  fala  Mariza  Guerra  Andrade,  em  matéria  do  Diário  do  Nordeste  de 8/07/2013: " Raimundo  Magalhães  Júnior,  desconhecido  até  pelos  seus  conterrâneos".   A  declaração  é  verdadeira.



Raimundo Magalhães Júnior
Biografia
Quinto ocupante da Cadeira 34, eleito em 9 de agosto de 1956 na sucessão de D. Aquino Correia e recebido pelo Acadêmico Viriato Correia em 6 de novembro de 1956. Recebeu os Acadêmicos Dinah Siveira de Queiroz e Jorge Amado.
Raimundo Magalhães Júnior, jornalista, biógrafo e teatrólogo, nasceu em Ubajara, CE, em 12 de fevereiro de 1907, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12 de dezembro de 1981.
Filho do jornalista Raimundo Magalhães, autor do Vocabulário popular, publicado em 1911. Fez seus estudos na cidade natal e em Campos, para onde se transferiu aos 17 anos. Lá fez os estudos de humanidades e se iniciou no jornalismo, na Folha do Comércio, de que era o redator-chefe ao se transferir para o Rio em 1930. Desde 1927 escrevia peças de teatro e contos. Em 1934 a Editora Record lançou Impróprio para menores, seu primeiro livro de contos.
Na imprensa do Rio, foi secretário de A Noite Ilustrada, fez parte do grupo fundador do Diário de Notícias, diretor das revistas Carioca, Vamos Ler e Revista da Semana e redator de A Noite desde 1930.
Como correspondente no estrangeiro, foi mandado pelo jornal A Noite ao Paraguai durante a Guerra do Chaco, tendo escrito reportagens que foram simultaneamente transcritas em jornais de Assunção (Paraguai) e La Paz (Bolívia). Em missão jornalística passou três anos nos Estados Unidos. Foi assistente especial do escritório do Coordenador de Assuntos Interamericanos, que era então Nelson Rockefeller, posto em que permaneceu de 1942 a 1944. Colaborou no The New York Times, Pan-American Magazine, American Mercury e Theatre Arts. De volta ao Brasil, participou da redação da revista Brazilian-American, que então se publicava em inglês no Rio de Janeiro.
Na política, assinou Manifesto da Esquerda Democrática, que se converteu, em seguida, no Partido Socialista Brasileiro, pelo qual, em 1949, foi eleito vereador à Câmara do Distrito Federal, sendo reeleito em 1954.

VEREADOR  DO  DISTRITO  FEDERAL
Elege-se vereador do Distrito Federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e exerce dois mandatos: 1951-1955 e 1955-1959. É indicado sete vezes para a presidência da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (Sbat), a primeira delas para o biênio 1948-1949.
É eleito para a Academia Brasileira de Letras (ABL), em 9 de agosto de 1956. Durante muitos anos exerce a função de redator-chefe da revista Manchete. Na Rádio Nacional, escreve radionovelas e cria o programa Acredite se Quiser, que apresenta, entre outras histórias, casos de aparição de fantasmas. Participa do processo de implantação da televisão no início dos anos 1950, e é um dos diretores da TV Tupi.

Como autor teatral, escreveu mais de três dezenas de revistas, comédias e peças dramáticas, entre as quais sobressaem Carlota Joaquina, O imperador galante, Vila Rica, Canção dentro do pão e Essa mulher é minha. Foi membro do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais e seu diretor desde 1959 até o seu falecimento.
Foi também conselheiro do Serviço de Defesa do Direito Autoral. Participou dos Congressos Internacionais de Direito Autoral de 1952, em Amsterdã, e de 1969, em Viena. Foi um dos fundadores e o primeiro presidente da Associação Brasileira de Tradutores.
Era um incansável pesquisador, e do seu trabalho de pesquisa resultaram várias biografias, antologias, dicionários, ensaios e, sobretudo, os volumes da obra esparsa de Machado de Assis: Contos sem data, Contos sem data, Contos esparsos, Contos avulsos, Contos e crônicas, Contos de Lélio e Diálogos e reflexões de um relojoeiro. Machadiano perspicaz, procurou determinar uma série de revelações sobre o autor de Dom Casmurro.
Como poeta, aparece na Antologia dos poetas bissextos contemporâneos, de Manuel Bandeira. Algumas de suas traduções de poetas franceses são reproduzidas na Antologia da poesia universal organizada por Sérgio Milliet. Como contista, teve trabalhos incluídos nas seguintes antologias: Contos do Brasil, de D. Lee Hamilton e Ned Fahs (EUA); Antologia do Carnaval, de Wilson Lousada; História de crimes e criminosos, de Edgard Cavalheiro e Raimundo de Menezes; Contos e novelas, de Graciliano Ramos; Brazilian Short Stories, de William Grossman.
Obteve vários prêmios literários, entre os quais o Prêmio do Serviço Nacional do Teatro, em 1940; o Prêmio Brasília de Literatura, da Fundação Cultural do Distrito Federal (1972); o Prêmio Juca Pato, como o "Intelectual do Ano", da União Brasileira de Escritores (1974). Antes de seu ingresso na Academia, obtivera os Prêmios Artur Azevedo (teatro), em 1945; José Veríssimo (ensaio e crítica); Carlos de Laet (crônica), em 1945; Prêmio Sílvio Romero (ensaio), em 1953.
Era membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e sócio correspondente dos Institutos Históricos e Geográficos de São Paulo e do Ceará
                                                                                    FONTE:Academia Brasileira de Letras

terça-feira, junho 25, 2013

reCANTOS DA CIDADE

Nossa  cidade  de  Ubajara  é  linda.
Em  cada  canto  um  encanto.  É  tudo  encantado.  Não  identifiquei  os  locais  para  você,  ubajarense  se  descubra  passando  no  logradouro  fotografado.












                                                                                                          fotos  CELULAR.  mecostarte.

SENHOR DA CANOA

As  fotos  a  seguir  foram  colhidas  na  pousada  Senhor  da  Canoa,  do  sr.  Dé. A  referida  pousada  está  localizada  no  centro  da  cidade  e  é  boa  opção  de  hospedagem.   É  uma  forma  do  proprietário  homenagear  a  nossa  cidade.  Elas  estão  depositadas  nas  portas  da  pousada.  Não  descobri  quem  foi  o  entalhador.  



                                                                                                         fotos  de  CELULAR.  mecostarte

ADEUS A DOMÍCIO PEREIRA FOTOS

          As  fotos  a  seguir  foram  coletadas  por  este  blogueiro  durante  o  enterro  do  cidadão  Domício  Pereira.  Continuo  afirmando  que,  por   cinquenta   dos  cem  anos  de  existência  de  nosso  Município,  os  quais  ficarão  completos  em  2015,  sustentou  a  economia  de  Ubajara,  por  força  de  suas  atividades.  Mais  e  mais  homenagens  Domício  Pereira  merece.  
          Foi  um  enterro  simples,  como  ele  também  o  era.  Os  mais  velhos  diziam  que,  quando  se  enterra  uma  pessoa  e  chove  naquele  mesmo  dia,  é  sinal  de  que  ela  era  boa.  Tenho  lá  minhas  dúvidas  mas,  no  tocante  ao  falecido  Domício  Pereira,  meu  testemunho  é  de  que  ele  era  BOM.
           Aponte  um  ser  vivo  que  não  tem  defeitos!!!












terça-feira, junho 11, 2013

NÃO ENTENDO!




A  POESIA   CONTEMPORÂNEA

LIXO  no  LUXO.
Augusto  de  Campos  produziu.

Já  o  Metassoneto  ou  o  computador  irritado,  foi  proposto  por  José  Paulo  Paes.

abba
baab
cdc
dcc
[...]
Blablablablablablablablablablablablablablabla


Que  coisa,  esta!



            Quem  botou  esta  criatura  no  mundo  foi  Murilo  Mendes.  A  pergunta  é:  é  uma  poesia?  Ou  simplesmente  o  estranho  de  uma  conjuntura  de  palavras  sem  eira-nem-beira?  Acho  que  é  mais  um  exercício  de  um  escriba  qualquer  para  não  esquecer  as  palavras  que  pode  vir  a  usar  um  dia.  Não  vejo  uma  noção  de  conjunto,  de  significação  para  que se  efetive  uma  compreensão  do  que  o  autor  quis  deixar  para  os  pósteros. 
             O  Metassoneto  acima  exposto,  não  tem  som,  não  tem  cor,  é  inodoro  e  insípido.  E o  que  falar  de  LIXO  com  luxo.  Talvez  pela  velocidade  da  vida  que  passa  ao  lado,  ou  pelas   novas   tecnologias  que  chegam  e  fazem   aposentar  a  velha  Olivetti  num  canto,  pela fragmentação  e   inexatidão  das  relações  que  nascem  e  logo  se  estilhaçam  como  uma  taça  que  vai  ao  chão,    influenciados  pelos  ventos  da  Europa  ( e  muitos    movimentos  europeus  influenciaram  as  letras  e  as  artes  em  geral  no  Brasil ),  os  autores  contemporâneos  passaram  a  desenvolver  uma  poesia  fragmentada e,  muitas  vezes,  simples  ajuntamento  de  palavras  carregadas  de  nenhum  significado.  Talvez  até  tenham  as  poesias  um  significado  para  eles,  autores,  que  estão  imersos  em  um  mundo  pautado  pela  estranheza  dos  fatos  e  das  coisas  que  se  corroem  com  o  tempo  que  passa  rapidamente  sobre  ( ou  sob )  as  suas  vidas.  
             Desta  forma,  na  época  que  vigora,  uma  palavra  e  uma  figura  qualquer  num  papel  pode  ser  declarada  como  uma  poesia,  uma  obra  de  arte.  Agora  palavras  são  criadas  do  nada,  textos  são  escritos  com  uma  frase.  As  tendências  surgem  influenciadas  por  movimentos  aleatórios:  os  ismos  são  tantos.  Concretismo,  vanguardismo,  comunismo,  totalitarismo,  socialismo.  E  os  artistas  vão  em  busca  das  tendências.  E  as  tendências  agradam  a  uns  e  desagradam  a  outros.  Assim  vejo  a  poesia  dos  tempos  atuais:  fragmentada,  despedaçada,  desesperada.
                            Monte
                                Ponte
                                   Fonte
                                     Horizonte
                                              Fonte
                                                 Ponte  
                                                  Monte
O  que  eu  entendi  de  Grunewald  nesta  criatura?  Ele  talvez  estivesse  vendo, da  janela  de  seu  apartamento  um  monte,  uma  ponte,  o  horizonte.  A  fonte  ele  somente  intuía.  Acho  que  ele  tresvalia, está  em  estado  de  desocupação  da  mente,   naquele  momento.  Tudo  vai  e  vem.   É  poesia,  talvez.  Pela  sonoridade  das  palavras,  talvez.

segunda-feira, junho 10, 2013

RICO SE IGUALA


         No words!  Em  resumo:  o  nobre  pode  até  se  lambuzar  de  ouro,  botar  anel  de  ouro e  de  prata  coberto  com  os  mais  exuberantes  rubis  que,  na  morte,  se  iguala  plenamente  ao  mais  simples  dos  homens.  A  carcaça  mais  bonita  de  nada  servirá.  O  Barqueiro  vai  transportar  tudo  na  mesma  classe. 

sexta-feira, junho 07, 2013

ÓLEO DE PODÓI É BOM



SOBRE  A  COPAIBA

- Nomes Científicos – Copaifera R.Ducke (Mari-Mari) pertence a família da leguminoase-caesalpinoide.
- Nome Popular – Bálsamo da Amazônia, óleo da vida, óleo da Amazônia, óleo do jesuíta, óleo de copaíba, pau-de-óleo (MG), PODOÍ (PI, CE), copaíba-da-várzea (AM).
- Florescem durante os meses de dezembro a março, os frutos amadurecem em agosto-setembro com a planta quase totalmente despida de folhagem.
- Constituinte - Porção resinosa (55 a 60%), ácido copaíbico ésteres e resinódes, porção volátil da resina (40 a 55%) óleo essenciado que contém Beta-cariofileno (50-52%), Alfa-humuleno, Beta-bisaboleno e menores quantidades de outros oito sesquiterpenos.
- Características morfológica - Altura de dez a quinze metros, com tronco de cinqüenta a oitenta centímetros de diâmetro. Copa globosa densa, folhas compostas pinatífidas, com três a cinco jugos, folíolos alternos ou opostos, glabros, de quatro a cinco centímetros de comprimento por dois a três centímetros de largura.

O nome copaíba é originário do Tupi-Guarani “cupa-yba”, que significa árvore de depósito, também conhecida como copaibeira, do Guarani, chamada de copaíva ou copahu pelos indígenas, que o utilizavam como cicatrizante e no umbigo, que utilizavam principalmente como cicatrizantes e no umbigo de crianças recém-nascidas para evitar o mal de 7 dias, os guerreiros quando voltavam de suas lutas untavam o corpo com óleo de copaíba e se deitavam em esteiras suspensas e aquecidas para curar eventuais ferimentos.  Foi o que os portugueses encontraram quando aqui chegaram, tudo indica que o uso deste óleo veio da observação do comportamento de certos animais que, quando feridos esfregavam-se nos troncos das copaibeiras.A copaíba é uma árvore de grande porte da família leguminosa é encontrada em todo Brasil,na Amazônia,Minas Gerais,Mato Grosso,Mato Grosso do Sul,São Paulo,Paraná nas partes mais úmidas do Nordeste,Guianas,Colômbia,Antilhas,México,Venezuela, ,ela também é nativa da América Latina e África Ocidental,sua copa é globosa e densa,podendo atingir de 10 à 15 metros de altura,o óleo é extraído dos frutos da árvore,depois de filtrado apresenta uma consistência oleosa e tonalidade que variam da cor amarelo-pálido a pardo-esverdeada,as vezes com ligeira fluorescência.Os diversos tipos de óleos da copaíba podem apresentar  diferentes características branco aquoso,amarelo e de cor escura e mais consistente do que os outros,a quantidade de óleo produzida e a sua consistência dependem de fatores como clima,solo,idade da árvore,estado de saúde do tronco e modo de explorar a árvore é de grande importância para os indígenas e povos da floresta,após utilizam o óleo de copaíba no seu dia-a-dia,no século XVII,os primeiros médicos do Brasil recém descoberto contornavam parcialmente a escassez de remédios,cujo suprimento à colônia era irregular,recorrendo às drogas indígenas,os viajantes se abasteciam dessas drogas,comprovadamente eficaz,antes de se aventurarem por lugares desconhecidos,dentre essas o óleo de copaíba era uma das que desfrutava de maior prestígio entre os viajantes,já os colonos descobriram outras aplicações terapêuticas,empregando-o como anti-séptico das vias urinárias e respiratórias,no combate a asma brônquica,do tétano e nas doenças da pele.


UTILIDADES DA COPAIBA.

Seu uso é normalmente para é para fins medicinais como antibiótico, antiinflamatório e até anticancerígeno (ainda em estudo), infecções e inflamações em geral, anti-séptico, cicatrizante, podendo ser empregado em feridas, eczemas, psioríase, urticária, furúnculos, nas seborréias e irritações do couro cabeludo, doenças das vias respiratórias, como tose, gripe, resfriados, bronquite e inflamação da garganta, disenteria, depurativo do sangue, incontinência urinária, corrimento vaginal, úlceras estomacais, herpes labial e impede também o crescimento do typanosoma cruzi e protozoários;  é eficiente em queimaduras, feridas, micoses, tuberculose, edema linfático, urticárias e intestino preso.
No Peru, o óleo de copaíba é utilizado no tratamento de sífilis, catarros e dificuldades de urinar, embora existam várias espécies do gênero copaíba, usada para a extração do óleo, todas apresentam a mesma indicação medicinal. As espécies mais conhecidas são a copaifera langsdorffii (região Amazônica), copaifera reticulata (região Amazônica), copaifera officinalis (a mais estudada, encontrada no México, Antilhas, áfrica tropical e no Brasil, copaifera guianensis (Paraná), copaifera oblongifolia, copaifera nítida (em Cuibá e Minas Gerais)), copaifera coriacea (São Paulo) e copaifera ieutzelburgia. A madeira é indicada para a construção civil, como vigas, caibros, ripas, batentes de portas e janelas, para a confecção de moveis e peças torneadas, como coronha de armas, cabo de ferramentas e de vassoura, para carrocerias, miolos de portas e painéis, lambris, tábuas para assoalho, etc
fonte: internet  http://www.amadeuw.com.br  7junho2013

BANCO DE BIOGRAFIAS

para NÃO DEIXAR CAIR NO ESQUECIMENTO!!!! foto

  Obra  de  ANTONIO  RIBEIRO  NETO!!!