Do ilustrador Gustave Doré, nas páginas de A VIDA DE CRISTO.
Paul Gustave Doré (Estrasburgo, 6 de janeiro de 1832 — Paris, 23 de janeiro de 1883) foi um pintor, desenhista e o mais produtivo e bem-sucedido ilustrador francês de livros de meados do século XIX. Seu estilo se caracteriza pela inclinação para a fantasia, mas também produziu trabalhos mais sóbrios, como os notáveis estudos sobre as áreas pobres de Londres, realizados entre 1869 e 1871.
Filho de um engenheiro, começou a desenhar já aos treze anos suas primeiras litogravuras e aos catorze publicou seu primeiro álbum, intitulado "Les travaux d'Hercule" (Os Trabalhos de Hércules). Aos quinze anos engajou-se como caricaturista do "Journal pour rire", de Charles Philipon. Neste mesmo ano - 1848 - estreou no Salão com dois desenhos a pena.
Em 1849, com a morte do pai, já reconhecido apesar de contar apenas dezesseis anos. Passa a maior parte do tempo com a mãe. Em 1851 realiza algumas esculturas com temas religiosos e colabora em diversas revistas e com o "Journal pour tous"
fonte: vikipédia. visita 7/4.15 às 15:07
terça-feira, abril 07, 2015
segunda-feira, abril 06, 2015
NA ALMA
A especulação imobiliária é cruel. O homem representa o especulador imobiliário. Assim, o homem é cruel.
Quantos anos tens, árvore? Há quanto tempo processas o nosso oxigênio, sem ninguém te gratificar, nem tampouco te elogiar? Pelo contrário, te derrubam em minutos. Usando o verbo comum, do linguajar popular: TACAM o machado para cima de ti, te cortam os teus vasos, derramam tua seiva. E o fim é uma casa, um loteamento ocupando o teu lugar.
Quantos anos tens, ó árvore?
quinta-feira, março 26, 2015
'NASCE SEM RAZÃO". A NÁUSEA, de Paul Sartre.
E
MORRE POR ACASO
“O
corpo vive sozinho,
uma vez que começou
a viver. Mas
o pensamento... sou eu
que lhe dou
continuidade, que o
desenvolvo. Existo. Penso
que existo. Oh! Que
serpentina comprida esse
sentimento de existir
- e eu a
desenrolo muito lentamente... Se eu
pudesse me impedir
de pensar! Tento,
consigo: parece – me que
minha cabeça se
enche de fumaça...
e eis que
tudo recomeça: “Fumaça... não
pensar... Não quero
pensar... Penso que
não quero pensar...
Não devo pensar
que não quero
pensar. Porque isso
também é um
pensamento”. Será que
não termina nunca?
Meu pensamento
sou eu: eis
por que não
posso parar. Existo
porque penso... e
não posso me impedir de
pensar. Nesse exato
momento - é
terrível -, se existo
é porque tenho
horror a existir.
Sou eu, sou
eu que me
extraio do nada
a que aspiro:
o ódio, a
repugnância de existir,
são outras tantas
maneiras de existir,
são outras tantas
maneiras de me
fazer existir, de
me embrenhar na
existência. Os pensamento
nascem por trás
de mim como
uma vertigem, sinto – os
nascer como uma
vertigem, sinto – os nascer
atrás de minha
cabeça... se eu
ceder, eles virão
para a frente,
aqui entre meus
olhos - e sempre
cedo, o pensamento
cresce, cresce, e ei –
lo, imenso, enchendo – me
por inteiro e
renovando minha existência”.
“Todo ente
nasce sem razão,
prolonga – se por fraqueza
e morre por
acaso”
sexta-feira, março 13, 2015
PASSEIO, de Esmerino Magalhães Neto
Esta poesia de Esmerino Magalhães Neto é uma referência à nossa serra, linda, como agora, pois esverdeada em conseqüência das chuvas que nos são favoráveis.
Veja os versos: "uma serra que anila na distância,
sombras férteis
que darão bons roçados".
Veja os versos: "uma serra que anila na distância,
sombras férteis
que darão bons roçados".
do livro LUA DAS ÁGUAS, Esmerino Magalhães.
quarta-feira, março 04, 2015
terça-feira, março 03, 2015
SELEÇÃO DE UBAJARA EM 1959
Em pé: Joãozinho ( aux.téc.) Luizinho, Raimundão, Toinho, Batista Jordão, Mourinha, Rômulo, Zé Maria Fernandes ( técnico ). Agachados: Flávio, França, (???) Tozim, Firá.
Foto cedida por Mocinha Silva. Os agradecimentos deste Poster.
Foto cedida por Mocinha Silva. Os agradecimentos deste Poster.
AS PLANTAS QUE CURAM: JURUBEBA
JURUBEBA VERDADEIRA
Solanum
paniculatum
Descrição
: Da família das Solanaceae.
Parte
utilizada: raízes,
folhas, flores, frutos.
Modo de
Conservar : As
folhas e as raízes devem ser secas ao ar livre. Guardar em sacos de pano ou de
papel, em local seco e arejado, isento de insetos, e ao abrigo da luz solar.
Colheita: os frutos são colhidos no outono e as raízes e
folhas o ano todo.
PRINCÍPIOS
ATIVOS:
ALCALÓIDES (SOLAMINA, SOLANIDINA, SOLASODINA), ESTERÓIDES NITROGENADOS,
SAPONINAS, ESTEROIDAIS NITROGENADOS (PANICULINA, JURUBINA), AGLICONAS
(ISOJURUBIBINA, ISOPANICULIDINA, ISOJURUPIDINA E JURUBIDINA), ÁCIDOS GRAXOS,
ÁCIDOS ORGÂNICOS, GLICOSÍDEOS (PANICULONINAS A E B), MUCILAGENS, RESINAS
(JURIBINA E JURUBEPINA), PRINCÍPIOS AMARGOS.
Propriedades
medicinais: Antiinflamatória,
carminativa, colagoga, descongestionante, digestiva, diurética, emenagoga,
estomáquica, febrífuga, hepatoprotetora, hepatotônico, tônica. - raízes e
frutos são antidiabéticos, aperientes, desobstruentes, colagogos, antianêmicos,
diuréticos, febrífugos, anti-hidrópicos, antidispépticos, amargos e tônicos;
aperiente, cicatrizante, colagogo, depurativo do sangue, desobstruente do fígado
e do baço, digestivo, diurético, estimulante, laxante, tônico.
Indicações:
Abcessos internos, acidez da
secreção gástrica, anemia ferropriva, anorexia, atonia gástrica, azia,
bronquite, catarro na bexiga, cicatrização de mucosa, cistite, contusão,
debilidade, diabete, dispepsia, engurgitamento do fígado e do baço, estômago,
erisipela, febre intermitente, feridas, gastrite e úlcera péptica, gripe,
hepatite, hepatoesplenomegalia, hepatopatia crônica, icterícia, impaludismo,
inapetência, malária, náusea, reduzir acidez da secreção gástrica, síndrome
pós-hepatite, tosse, tumores abdominais e uterinos, úlcera.
Uso pediátrico: Inapetência, anemias e
hepatite:
Uso na gestação e na amamentação: Não há teratoxidade,
efeitos sobre a fertilidade ou nidação do ovo em cobaias. Deve ser evitada
durante a amamentação.
Contra-indicações/cuidados: não utilizar por período
prolongado devido aos alcalóides e esteróides, que podem provocar intoxicação.
Sinais de toxidade: diarréias, duodenite erosiva, elevação das enzimas hepáticas,
gastrite, náuseas, sintomas neurológicos, vômitos.
PRECAUÇÕES: EVITAR O USO PROLONGADO PELA ALTA CONCENTRAÇÃO
DE ALCALÓIDES E ESTERÓIDES.
Posologia: Adultos: 10 a 20ml de tintura divididos em 2 ou
3 doses diárias, diluídos em água 2g de erva seca (1 colher de sopa para cada
xícara de água) de raízes e caule em decocção, ou das folhas em infUso até 3
vezes ao dia, com intervalos menores que 12h. Crianças acima de 6 anos: metade
da dose.
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Modo de usar:
- Infusão de 2 colheres de sopa de folhas, frutos ou flores
em um litro de água. Tomar 3 xícaras de chá morno, sem açúcar, por dia: afecções
hepáticas, febres, debilidade em geral;
- Suco das raízes ou frutos: cistite, anemia, tumores,
abcessos internos; - cataplasma s das folhas, uso externo: feridas e úlceras; -
suco dos frutos com mel de abelha: diurético, bronquite, tosse;
- Suco ou infusão das folhas. uso local: contusões, úlceras,
tumores, erisipela; . uso interno: fígado, hepatite, icterícia, debilidade,
febres
- DECOCÇÃO DA RAIZ: DIABETE, prisão de ventre, dispepsias
atônicas, inflamação do baço;
- Maceração de 4 g de folhas ou frutos verdes em um copo de
água fria;
- Maceração de 20 g de folhas ou frutos verdes em vinho
branco; infusão: 2 colheres de sopa de folhas ou flores ou frutos picados para
1 litro de água fervente.
Afecções do fígado, icterícia, hepatite e insuficiência
hepática; atonias gástricas; vesícula preguiçosa; inflamação do baço : coloque 1 colher de chá de
raiz, finalmente picada, em 1 xícara de chá de água em fervura. Deixe ferver
por 5 minutos, espere amornar e coe. Toime 1 xícara de chá, 3 vezes ao dia.
Afecções do fígado, hepatite e insuficiência hepática;
atonias gástricas; vesícula preguiçosa; inflamação do baço : coloque 1 colher de chá
de raiz, finamente picada, em 1 xícara de chá de água em fervura. Deixe ferver
por 5 minutos, espere amornar e coe. Tome 1 xícara de chá, 3 vezes ao dia.
Cicatrizante de feridas; úlceras; pruridos; contusões : coloque 1 colher de sopa de folhas cortadas em pedaços bem
pequenos em 1 xícara de chá de água em fervura. Deixe ferver por 10 minutos e
coe. Aplique nas partes lesadas com um agaze. Pode ser utilizado também, morno,
para gargarejos.
Anemis; febres intermitentes; convalescença de doenças infecciosas : coloque 4 colheres de sopa de raiz, finamente picadas, em 1 garrafa
de vinho branco. Deixe em maceração por 8 dias e coe. Tome 1 cálice, antes das
principais refeições.
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