quarta-feira, março 10, 2021
SÓ LEMBRANÇA...
BIOGRAFIA LUIZ HIGINO
LUIZ
DE SOUZA XAVIER,
por ele mesmo
[Me] Referindo - me (a)os
meus atos e
trabalhos construídos durante
a minha Vida,
quero mostrar as
minhas culturas, artes
e profissões [de]
que muito [o] [ pratiquei durante a
vida passada ].
E porém,
me identificando, a
minha pessoa, este
autor desta história,
o meu nome:
é Luz de
Sousa Xavier. Nascido
aos 25 de
agosto de 1923,
dia do soldado
brasileiro e de
dom Luiz de França, Rei
de França. Meu
nome vem desta origem.
Sou filho legítimo
de João Higino
de Sousa Xavier
e de Rosa
Rodrigues de Maria.
O lugar do
nascimento: sítio Cajueiro
da Barra, próximo
à cidade de
Ubajara. Sou natural
do Município de
Ubajara, estado do
Ceará: natural da serra
Planalto da Ibiapaba – Ceará.
A minha primeira
profissão foi a
agricultura. E até
hoje eu cultivo
a terra, plantando
legumes de várias
espécies, feijão, milho,
mandioca, verduras, canas,
etc.
Agricultor:
Luiz de
Sousa Xavier. As
minhas profissões
A primeira
profissão que eu
me dediquei juntamente
com o meu
pai no tempo
da minha juventude;
reunido com os meus pais,
trabalhei na
profissão que meus
pais faziam: agricultura,
arte de oleiro.
Que quer dizer: profissão de
oleiro? trabalho de
olaria? fabrico de
cerâmica, telhas de
barro, alvenaria ao
tijolo queimado.
A
segunda profissão na
minha vida da
juventude foi oleiro.
A terceira
profissão, depois da
minha idade de
40 anos fui
professor. Peguei o
cargo de professor em
1963. Saí em
1989. Trabalhei 26
anos funcionário da
Prefeitura Municipal de
Ubajara Ceará. Alcancei a
administração de 8
prefeitos: Domício Pereira,
Flávio Ribeiro Lima,
Francisco Pinto Henri,
Raimundo Augusto e
Silva, Salustiano Lima
de Aguiar, Eudes
Cunha, Enio Braga
de Carvalho e
Grijalva Parente da
Costa.
Trabalhei 9
anos sem carteira
assinada e 18
anos e 3
meses e 10
dias com carteira
assinada. Saí em
1989, para me
aposentar. Em 20
de agosto de
1989, dei baixa
na carteira. Saí
sem direito; nem
me deram nenhuma
explicação da firma
ou empresa Prefeitura.
Trabalhei 20 anos
sem pedir um
dia de licença.
E
porém, trabalhei mais
12 anos no
Mobral - movimento Brasileiro
de Alfabetização, dando
aula a noite – 2 horas por noite.
Posso dizer
que trabalhei, fui
servidor público (por ) 26
anos, ao mesmo
tempo, tanto municipal, estadual e
federal. Professor de
educação e cultura,
prestando bons trabalhos
sem pedir um dia de
licença.
Seu
Luiz
de Sousa Xavier
faleceu em 2020,
por complicações da idade.
Seu Luiz
Higino foi personagem
marcante da comunidade
de Porteiras, por
longos e longos
anos. ( Blogger )
As marcações
em negrito são feitas
por este blogger
por achar inapropriadas
e que prejudicam
a leitura, de
alguma forma. As pequenas
correções, idem.
Observe que
toda a biografia
é de próprio punho
de Luiz de Sousa Xavier,
também conhecido como Luiz Higino.
Foi líder
comunitário respeitado; religioso,
foi catequista, conselheiro.
Seu Luiz
Higino, que nasceu
em Cajueiro da
Barra, casou e tempos depois,
passou a morar
na localidade de
Porteiras, no carrasco, em propriedade pertencente
a Antonio José
Pereira e depois
aos familiares do mesmo, sendo
o principal, o sr. Domício
Pereira; Lá, pertinho
da Casa Grande
dos Pereira, constituiu
família composta de
filhos e filhas. Um
deles, Francisco de
Sousa Xavier, mais
conhecido como Chiquinho
do Domício, pois
era empregado de
alta confiança do
empresário Domício Pereira,
é meu amigo.
Um outro filho
de seu Luiz
Higino era de
nome Armando de
Sousa Xavier, que tive a
honra de também
conhecer pessoalmente. Lider
comunitário, Simples,
tranquilo, em paz.
Correto. Armando faleceu
há poucos anos.
Mecostarte.blogspot.com
quarta-feira, fevereiro 03, 2021
SUJO E ROTO, MAS EU O SALVEI
Largado estava o pobrezinho na rua.
Roto e sujo e traçado o seu interior pela traça. Mas fui sensibilizado: não resisti e juntei o pobre ( mas rico para mim ) livro de poesias românticas POETAS ROMÂNTICOS BRASILEIROS.
sexta-feira, dezembro 18, 2020
quinta-feira, dezembro 10, 2020
de ANTONIO RIBEIRO NETO sobre UBAJARA ANOS 80
UBAJARA ANOS 80
Em julho
de 1982, quando
da realização do X Congresso
de Jornalistas do
Interior, em Maranguape,
a cidade de Ubajara foi
escolhida pelos delegados
presentes para sediar
o XI Congresso.
Tendo em vista
que o futuro
conclave se realizaria
sob os auspícios
de uma nova
gestão, houve por
bem a Diretoria
consultar os postulantes
ao cargo de
prefeito daquela cidade
serrana, entre os
quais o sr.
Eudes Soares Cunha,
mais tarde eleito
prefeito. Todos os candidatos
asseguraram que,
se eleitos fossem,
dariam todo o
apoio ao certame
acejiano. Após a
eleição de Eudes
Cunha, a Diretoria
apressou – se em fazer
a comunicação oficial,
quando o prefeito
ratificou a promessa
anteriormente feita. Por ocasião
da feira dos
Municípios, em 1983
e 1984, a ACEJI esteve
presente à barraca
de Ubajara, com
o objetivo de
prestigiar o Município
que seria sede
do próximo congresso.
Nessas ocasiões o
prefeito Eudes Cunha
corroborou o que
antes havia garantido,
deixando assim, a
Diretoria tranquila quanto
ao apoio da
municipalidade ao XI congresso.
Seis meses
antes da data
prevista, como de
praxe, a Diretoria
iniciou os primeiros
contatos com o
Prefeito, indo o
presidente Ribeiro Neto
duas vezes a
Ubajara, com o
objetivo de recolher
subsídios para a
formação da comissão
Central Organizadora, órgão
responsável pela realização
do congresso. Ai
começaram as dificuldades,
tendo o Prefeito
alegado, inicialmente, não
dispor de cobertura
orçamentária para as
despesas do certame.
Tentou o Presidente ( Ribeiro Neto ),
de várias maneiras,
contornar a situação,
chegando mesmo a
mobilizar lideranças locais no
sentido de apoiarem
o certame, visto que
a Diretoria tinha
o máximo interesse
em que o
mesmo se realizasse
em Ubajara, respeitando
a decisão do
Plenário do X Congresso. Foi quando
o
Prefeito enviou ofício
à Diretoria da ACEJI, propondo
a mudança da
data da realização
do certame para
24 de agosto,
dia do Município,
e oferecendo ajuda financeira que
não chegava a
representar 20 por
cento das reais
necessidades da Diretoria.
Submetida a
proposta à Diretoria
foi a mesma
rejeitada (...)
Fonte: Anais do XI Congresso de
Jornalistas do Interior
do Ceará, 1985
BANCO DE BIOGRAFIAS
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